Nova legislação para pessoas condenadas por crueldade contra animais

Um projeto de lei para se criar um registro estadual de pessoas condenadas por crime hediondo contra animais foi apresentado segunda feira na Califórnia. Se aprovado, ele seria o primeiro registro do tipo no país. Seus proponentes esperam que o projeto inspiração legislação similar em outros estados.

Dogs wait to be unloaded from a truck after arriving at the Humane Society of Missouri headquarters in 2008 after more than 360 animals, many of them emaciated, injured and suffering from mange and parasites, were rescued at a southwest Missouri property where they were hoarded and bred, authorities said.

Para capitalizar na atenção que esse projeto de lei da Califórnia tem recebido, o grupo legista pelos animais Animal Legal Defense Fund lançou um website chamado exposeanimalabusers.org (tradução literal: exponha abusadores de animais.org) com dados e legislação modelo para instigar esforços ativistas para se conseguir passar mais leis de registro de abusadores de animais.

“A idéia é proteger uma população vulnerável em risco de abuso”, da mesma forma que registros de ofensores sexuais avisam a comunidade da presença de predadores sexuais na área, de modo que o público, abrigos de animais e cumpridores da lei possam trabalhar juntos para manter os animais seguros”, disse Stephen Otto do Animal Legal Defense Fund.

Projetos de leis parecidos com esse já foram propostos em Rhode Island, Colorado e Tennessee, mas não viraram lei. Mas dessa vez existe confiança de que irá passar, em parte porque ele tem o apoio do senador líder da maioria da Califórnia, Dean Florez e porque esse é um “exemplo de lei se atualizando com os valores da sociedade”, disse Otto.

“Crueldade contra animais acontece a cada hora do dia”, diz Joyce Tischler, co-fundadora do Fundo. “Há estudos que ligam tais abusos com violência contra humanos, então monitorar abusadores de animais pode ser vital para a segurança pública.”

Mesmo assim, nem todo mundo aplaude tais registros. Os oponentes têm muitas preocupações, diz Randall Lockwood, um especialista em crueldade do ASPCA, uma organização de defesa animal. Entre elas: é justo para os ofensores que cumpriram suas penas ter que ser taxados para o resto da vida? Irão os ofensores admitir culpa de uma ofensa menor para evitar a inclusão no registro?”

“O lado positivo é que o registro envolve o público no processo de monitoramento”, ele diz. Mas muitos de preocupam que possa surgir “um espírito de vigilantismo”, levando as pessoas a “se vingar de um ofensor que em elas acham que não foi punido devidamente pelo sistema legal.”

Fonte: USA Today

via LOBO REPÓRTER.


Legislation targets people convicted of animal cruelty

Dogs wait to be unloaded from a truck after arriving at the Humane Society of Missouri headquarters in 2008 after more than 360 animals, many of them emaciated, injured and suffering from mange and parasites, were rescued at a southwest Missouri property where they were hoarded and bred, authorities said.
By Jeff Roberson, AP
Dogs wait to be unloaded from a truck after arriving at the Humane Society of Missouri headquarters in 2008 after more than 360 animals, many of them emaciated, injured and suffering from mange and parasites, were rescued at a southwest Missouri property where they were hoarded and bred, authorities said.
ABUSERS OFTEN REPEAT OFFENDERS
Dogfighting and acts of horrific violence against animals can become intractable patterns for some abusers, experts say.
This is especially true for animal hoarders. Hoarding is “not benign,” says Joyce Tischler of the Animal Legal Defense Fund. It results in long-term suffering due to little or no vet care, parasites and wounds, lack of food and water, and often cannibalism for survival.
Research shows the recidivism rate among hoarders is almost 100%, Tischler says. Recidivism rates among other categories of animal abusers is not as well documented, but most experts say anecdotal experience shows a large percentage re-offend.
A bill to establish a publicly accessible statewide registry of people convicted of felony cruelty to animals, introduced Monday in California, would, if passed, be the nation’s first such registry. And proponents hope it will spawn similar legislation in more states.
To capitalize on the buzz surrounding the California bill, the Animal Legal Defense Fund has launched a website — exposeanimalabusers.org — with data and model legislation to prompt grass-roots efforts to get more animal-abuser registry laws passed.
“The idea is to protect a vulnerable population at risk of abuse,” much as sex offender registries warn communities of sexual predators in the area, so the public, shelters and law enforcement can work together to keep animals safer, the fund’s Stephan Otto says.
Bills similar to the one in California have been proposed in Rhode Island, Colorado and Tennessee, though none became law. But this year there’s confidence about passage, partly because it’s favored by California’s Senate majority leader,Dean Florez, and because “this is an example of law catching up with society’s values,” Otto says.
“Cruelty against animals is happening every hour of every day,” says Joyce Tischler, the fund’s co-founder. Studies link such abuse with violence against humans, so monitoring animal abusers can be vital to public safety, she says.
Still, such registries aren’t universally applauded. Opponents have many concerns, says Randall Lockwood, a cruelty expert at the ASPCA. Among them: Is it fair to offenders who have served their sentences to wear a life-long label? Will offenders plead guilty to a lesser offense to avoid registry inclusion?
“An upside is that a registry enlists the public in the monitoring process,” he says. But many worry “a spirit of public vigilantism” could arise, prompting people to “take revenge on an offender who in their minds has not been suitably punished by the legal system.”


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