Boas referências: “porque sem informação você fica pelado”

As referências que seguem compõem um vasto arquivo de algumas das produções mais significativas do campo dos Direitos Animais. Minha proposta em apresentá-lo não é, em absoluto, conseguir uma compilação que esgota o estado da arte do veganismo, mas, ao contrário, contribuir para que  outros possam, dando-se conta da infinidade de textos, saites e documentários, por exemplo, se animar em produzir ainda mais e colaborar, de algum modo, com a mudança de hábitos que deve acontecer para que nosso mundo se torne mais justo, igualitário, livre, equilibrado e pacífico, pleno de “gente fina, elegante e sincera”.


A. Blogues e saites significativos de personalidades, organizações e sociedades vegetarianas e veganas – bem-estaristas e abolicionistas
A.01 Agência de Notícias de Direitos Animais
Sítio eletrônico: http://www.anda.jor.br/
Apresentação:
A imprensa não apenas informa. Ela forma conceitos. Modifica ideias. Influencia decisões. Define valores. Participa das grandes mudanças sociais e políticas trazendo o mundo para o indivíduo pensar, agir e ser.”
É justamente este o objetivo da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais: informar para transformar.
A ANDA difunde na mídia os valores de uma nova cultura, mais ética, mais justa e preocupada com a defesa e a garantia dos direitos animais.
É o primeiro portal jornalístico do mundo que combate a violência social e a destruição do meio ambiente a partir da defesa dos direitos dos animais.
Com profissionalismo, seriedade e coragem, a ANDA abre um importante canal com jornalistas de todas as mídias e coloca em pauta assuntos que até hoje não tiveram o merecido espaço ou foram mal debatidos na imprensa.
A proposta da ANDA é servir também de referência a toda sociedade, respondendo aos questionamentos e incentivando novas atitudes, sempre sob o foco dos direitos animais.
A ANDA foi criada pela jornalista, vegana e ativista em defesa dos direitos animais Silvana Andrade, que tem 25 anos de experiência na imprensa brasileira.”
Contato: faleconosco@anda.jor.br
A.02 Aliança Libertária Animal
Sítio eletrônico: http://www.alabh.com.br/site/
Apresentação:
“Um coletivo de pessoas que acreditam que com a união de forças, podemos mudar a realidade vivida por animais não-humanos.”
Contato: ativismoala@gmail.com
A.03 Alimentação sem carne
Apresentação:
Sítio de responsabilidade do médico Eric Slywitch, formado pela Faculdade de Medicina de Jundiaí (C.R.M. 105.231); especialista em Nutrologia (pela ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia); especialista em Nutrição Parenteral e Enteral (pela SBNPE – Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral); pós-graduado em Nutrição Clínica (pelo GANEP – Grupo de Apoio de Nutrição Enteral e Parenteral); coordenador da EMTN (Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional) do Hospital Evaldo Foz em São Paulo; docente dos cursos de pós-graduação latu sensu: GANEP (Grupo de Apoio de Nutrição Enteral e Parenteral), IPCE (Instituto de Pesquisa, Capacitação e Especialização), Faculdades CBES (Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos); pós-graduando em nutrição pela UNIFESP; e coordenador do Departamento de Medicina e Nutrição da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira).
Contato: contato@alimentacaosemcarne.com.br
A.04 American Vegan Society
Sítio eletrônico: http://www.americanvegan.org/
Apresentação:
The American Vegan Society é uma organização educacional sem fins lucrativos de ensino de uma maneira compassiva de viver, o que inclui o veganismo.
Juntos exploramos e aplicamos conceitos de vida compassiva, e refletimos sobre eles e nós mesmos. Aprendemos como reverenciar a Terra, como salvar os animais e como cuidar de nós mesmos. As pessoas seguem um estilo de vida vegetariano por razões éticas, para a saúde, para o ambiente.
A dieta vegan exclui carne, peixe, aves, produtos lácteos (leite animal, manteiga, queijo, iogurte, etc), ovos, mel, gelatina animal, e todos os outros alimentos de origem animal. É uma aventura no sabor, e apresenta uma incrível variedade, os fundamentais são vegetais, grãos, frutas, legumes, nozes e sementes. Alimentos provenientes de plantas prestam melhor para todos os povos do mundo.
Os veganos excluem produtos de crueldade como couro, lã, pele e seda, no vestuário, estofamento, etc. Eles se vestem com cuidado. Moda com compaixão é o estilo.
O lema da sociedade é: Ahimsa ilumina o caminho.” (tradução livre)
A.05 An Animal Friendly Life
Sítio eletrônico: www.ananimalfriendlylife.com
Apresentação:
Blogue de Eric Prescott, documentarista que coordena diversos projetos e atividades para a divulgação do veganismo nos Estados Unidos.
A.06 Ánima
Apresentação:
Ánima é uma organização de voluntários dedicados a contribuir para o desenvolvimento de uma relação com os animais não-humanos baseada em um profundo respeito por estes.
Pretendemos criar um espaço-tempo de reflexão sobre o impressionante grau de sofrimento a que bilhões de animais são submetidos em todo o mundo, tratados como ‘coisas’ a serviço dos mais diversos interesses humanos.
Acreditamos que estender o círculo das preocupações éticas a todos os seres sencientes é essencial para que os animais sejam encarados com seriedade. Diferente das posturas que tentam minimizar o sofrimento, a nossa é eliminá-lo totalmente, seja ele físico ou psicológico; para tanto, propomos a atribuição legal de direitos básicos aos animais.
Trabalhamos para propiciar uma atitude, com relação ao animal, fundamentada na valorização de sua vida, repudiando a atitude especista vigente, isto é, repudiando a discriminação de espécie, que é tão condenável quanto o racismo ou o sexismo. A barreira que separa animais de humanos não existe de fato. Somos animais humanos. O desenvolvimento intelectivo da espécie humana (maior do que o das outras espécies) não é mais importante do que a semelhança na capacidade de sentir e no desejo de viver que a humanidade compartilha com toda a vida animal. A conseqüência lógica é adotarmos um estilo de vida vegano.
Exigimos a suspensão imediata da experimentação animal. O “modelo animal” de experimentação não só representa uma grave questão ética, como também é parte de uma abordagem errônea do estudo das doenças e curas humanas; esse erro produz novas enfermidades, muitas vezes irreversíveis. Apoiamos o desenvolvimento da medicina preventiva no âmbito social e individual. Na área da educação, a vivissecção ensina, fundamentalmente, a falta de respeito à vida animal; neste sentido, nos aliamos ao movimento pela antivivissecção cientifica.
Denunciamos os focos geradores de violência contra o animal e a relação deles com a violência generalizada na sociedade humana, particularmente contra mulheres e crianças.
Promovemos o conhecimento sobre o indivíduo animal, especialmente aquele que vive conosco como animal de companhia. Esses animais necessitam de proteção e cuidado, mas não são nossa propriedade. Toda a sociedade deve colaborar para o controle de sua reprodução, por meio de programas de esterilização e campanhas de adoção apoiadas pelos municípios, particulares e grupos protecionistas.
Este sítio apresenta recursos práticos, legais e filosóficos para sustentar uma mudança de vanguarda que encontra cada vez mais adeptos entre a juventude argentina. Nossas atividades compreendem: campanhas de difusão; recursos para escolas; trabalhos de investigação; aconselhamento jurídico privado e legislativo; cooperação em nível internacional, para o que estamos em permanente contato com associações na Espanha, Itália, Grã-Bretanha, Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos e Brasil; coordenação de uma rede de ação em toda a Argentina.
Para respeitar os animais, não é imprescindível que cada um de nós se engaje no ativismo pelos seus direitos, ou tenha uma empatia especial em relação a todos eles. Mas uma aproximação emocional não pode ficar separada de alguma construção racional que reforce e encoraje. Ainda assim, o simples e humilde reconhecimento da capacidade para a dor e o prazer dos animais — qualidade que os torna possuidores de interesses próprios – já é suficiente para se estabelecer uma ética de respeito pela vida animal. Ou seja, pela nossa vida também.”
A.07 Animalista
Apresentação:
Blogue do Portal MTV sobre veganismo e direito animal, escrito por Andréa Nichols.
A.08 Animal Liberation Front
Apresentação:
Membros dos Animal Liberation Front agem diretamente para interromper o sofrimento animal enfrentando inclusive o risco de perderem sua própria liberdade. As ações diretas referem-se a atos ilegais cujo intuito é a libertação animal. Há dois tipos: resgate de animais de laboratórios ou outros lugares de abuso e provocação de prejuízo à exploradores de animais. Devido a natureza illegal das atividades do ALF, os ativistas agem anonimamente e não contam com uma organização formal. Não há escritório, líder, jornal eletrônico e nenhuma filiação oficial. Qualquer um que agir diretamente de acordo com os princípios do ALF é um dos seus membros.
Os princípios e regras de ação do ALF são:
1. Libertar os animais de todos os lugares onde eles são vítimas de abuso tais como laboratórios de pesquisa, fazendas de peles, fazendas pecuaristas, etc. e lhes recolocar em bons lugares nos quais poderão viver de acordo com suas naturezas, a salvo do sofrimento.
2. Infligir prejuízos financeiros aos responsáveis pela miséria e exploração de animais.
3. Revelar os horrores e atrocidades cometidas contra os animais atrás de portas fechadas, via ações diretas não-violentas e libertações de animais.
4. Tomar todas as precauções necessárias para não prejudicar qualquer animal, humano ou não-humano.
5. Analisar as consequências de todas as ações propostas e jamais fazer generalizações quando informações específicas são disponíveis.
Contato: alfpressoffice@yahoo.com






A.08-1AnimaNaturalis

Sítio eletrônico: http://www.animanaturalis.org/
Apresentação:

Nosso principal objetivo é a difusão de informações necessárias para essa mudança de consciência que permitirá a coexistência pacífica re FICA entre seres humanos e não-humanos.
AnimaNaturalis

Missão

AnimaNaturalis. Fundada em Março de 2003, é uma organização dedicada a estabelecer, promover e proteger os direitos de todos os animais. (Veja a ideologia completa)

Nós acreditamos que os animais merecem direitos, o direito à vida, liberdade, para não ser torturado e não ser considerado propriedade privada. A idéia de direitos oferece proteção às pessoas com interesses e os animais têm, pelo menos, o interesse dos seus estados de bem-estar e evitar a dor. Nosso uso de animais em nossa sociedade viola esses interesses, porque a conta que só pode ser benéfico para nós utilização e exploração.

AnimaNaturalis incide sobre a prevenção do sofrimento dos animais nos quatro principais áreas onde eles são utilizados como alimento de animais, animais de laboratório, vestuário animal e mostra animal. Este efeito é aplicado em quatro pilares:

Os animais não devem ser usadas como alimento
Os animais não devem ser utilizados como vestuário
Os animais não devem ser usados como entretenimento
Os animais não devem ser utilizados para os experimentos

AnimaNaturalis funciona através da educação pública, a divulgação de informação e sensibilização, e fá-lo por meio de campanhas de protesto, eventos, demonstrações, conferências e informação.

Para AnimaNaturalis, o bem-estar animal é uma questão que envolve justiça e compaixão e respeito. Com profissionalismo e responsabilidade, continuar a defender os interesses dos animais, dando voz àqueles que ainda não pode ter na nossa sociedade.

A.09 Animal Person
Sítio eletrônico: www.animalperson.net
Apresentação:
Blogue de Mary Martin, linguista norte-americana. Seu objetivo, nas suas próprias palavras, é ‘desconstruir a linguagem, a ética e a economia da nossa relação com animais não-humanos’.
A.10 Animal Rights
Sítio eletrônico: animalrights.change.org
Apresentação:
Este blogue é de uma ativista estadunidense da cidade de St. Louis. O blogue inclui uma seção introdutória para quem quer se familiarizar com a questão dos direitos animais e aborda em particular as questões relacionadas aos direitos animais nos Estados Unidos.
A.11 Animal Rights: Abolicionist Approach
Sítio eletrônico: www.abolitionistapproach.com
Apresentação:
Blogue de Gary Fancione, advogado, professor universitário e principal autor abolicionista da atualidade cujos objetivos são: (1) abolição da exploração animal e não a regulação dela; (2) senciência animal como critério definidor de pertença à comunidade moral e não qualquer característica cognitiva; (3) defesa do veganismo como base moral do posicionamento pelos direitos animais; (4) rejeição de toda a violência e promoção de um ativismo na forma de uma educação vegana criativa e não-violenta.
A.12 Animal Rights History
Sítio eletrônico: animalrightshistory.org
Apresentação:
História do movimento de direitos, bem-estar e proteção animal, desde a Antiguidade até os tempos modernos.
A.13 Animal Rights Library
Apresentação:
Textos de autores da Antiguidade (Ovídio, Porfírio, Plutarco, Sêneca), dos séculos XVIII, XIX e início do século XX (Henry Salt, Mohandas Gandhi, John Stuart Mill, Jeremy Bentham, Albert Schweitzer, Arthur Schoppenhauer, Charles Darwin…) e contemporâneos (Peter Singer, Tom Regan, James Rachels, Gary Francione, Robert Nozick, Richard Ryder).
A.14 Animal Rights Malta
Sítio eletrônico: animalrightsmalta.blogspot.com
Apresentação:
Reflexões sobre direitos animais e anti-especismo de um ativista de Malta, arquipélago do Mar Mediterrâneo que integra a União Européia.
A.14-1 Associação Animal
Apresentação:
A ANIMAL é uma organização não-governamental de defesa dos direitos fundamentais dos animais não-humanos. A ANIMAL desenvolve campanhas de educação e informação do público acerca dos animais não-humanos, das suas características, necessidades, interesses e direitos fundamentais e do modo como estes são negativamente afectados pelas diversas indústrias que os exploram, torturam e matam. Além destas acções de educação, a ANIMAL desenvolve também campanhas de alerta e protesto, investigações especiais e denúncias públicas, envolvimento da comunicação social na exposição pública da exploração e violentação de animais, acções judiciais, e contacto com autoridades e decisores políticos, para promover o avanço do respeito pelos direitos dos animais e a sua protecção. A ANIMAL é membro da ECEAE – European Coalition to End Animal Experiments, da Fur Free Alliance, da International Anti-Fur Coalition e da Worldwide Network for the Abolition of Bullfighting, além de colaborar com diversas outras organizações estrangeiras e internacionais de protecção dos animais.
Contato: info@animal.org.pt
A.15 Ativismo – Mídia e Coletivo Defesa Animal
Sítio eletrônico: http://www.ativismo.com/site/
Apresentação:
“O Ativismo.com surgiu da necessidade de se registrar toda forma de ativismo e atos pelos animais realizado no Brasil, assim como acontece mundo afora, justamente para que estas notícias e tipos de ativismo não se perdessem no tempo e mostrassem para a sociedade que a resistência pela libertação animal está cada vez maior e mais presente.
Quando foi invadida a arena do rodeio de Osasco e exibida uma faixa com os dizeres: RODEIO = TORTURA ANIMAL, procuramos várias formas de mídia para publicarem a notícia, porém sem resultado satisfatório, todos nos decepcionamos  e, mais uma vez o fato de quem possuía mais dinheiro, pesou mais forte na decisão da mídia. Esta, como tantas outras formas de ativismo, não poderiam ser apagadas pelos grupos da exploração animal, que tentam dia-a-dia convencer a população de que explorar os animais é algo natural.
Com o passar do tempo vimos que só fazer mídia não era suficiente e lançamos  campanhas, abaixo-assinados, organizamos manifestações, palestras, debates na televisão, material gráfico e tudo o mais que fosse necessário.
Isto é o Ativismo.com, isto é libertação animal, isto é resistência pelos oprimidos!”
Contato: ativismo@ativismo.com
A.16 Ativismo Vegetariano
Sítio eletrônico: http://www.ativeg.org/
“O que é o Ativeg?”
“O Ativeg é um grupo composto principalmente por vegetarianos e veganos de todo o Brasil, que se organizaram através deste projeto para promover ações que defendam os animais, natureza, meio ambiente, saúde e a própria humanidade. Buscamos explorar as qualidades profissionais e conhecimento dos nossos voluntários, promovendo de forma eficaz a divulgação dos benefícios do vegetarianismo para diversos setores.
Nossas ações são as mais variadas possíveis, sendo que nesta fase do projeto estão direcionadas para ações online e campanhas publicitárias.
Além das campanhas, oferecemos através do nosso site e dos nossos voluntários todo o suporte para quem deseja migrar para o vegetarianismo, seja através de receitas, dicas de compra ou até mesmo indicações de profissionais da área nutricional.”
“Qual é a nossa missão?”
“Divulgar para todos os brasileiros o benefício do vegetarianismo para a saúde, animais e meio ambiente. Além disto, buscamos divulgar e mostrar uma realidade que é escondida das pessoas, denunciando os abusos cometidos aos animais.
Promoveremos ações de conscientização em diversas áreas: publicidade, educação, palestras, eventos e muitas outras a serem adotadas posteriormente.”
A.17 Brasil Vegano
Apresentação:
“Um guia visual, interativo e colaborativo de pontos de interesse veganos. O Brasil Vegano é um projeto que já tenho em mente há muito tempo mas que só agora consegui dar início. A ideia é ter uma ferramenta completa que auxilie as pessoas a encontrarem locais para comer ou comprar roupas e acessórios, por exemplo.
Como vegano sei da importância da indicação de lugares bacanas, que atendam bem o público vegano.
Por isso, na medida do possível, além dos endereços e telefones este guia trará também pequenos reviews – análises e dicas específicas para cada estabelecimento -, especialmente se este já tenha sido visitado por mim ou por alguém de minha confiança.
Este guia não é só de estabelecimentos veganos. Há também estabelecimentos ovo-lacto vegetarianos e até onívoros, desde que estes atendam bem e dêem opções bacanas para veganos.
É bom lembrar que você deve consultar pessoalmente cada estabelecimento para confirmar se os ingredientes ou materiais são realmente veganos, apenas para confirmar e ter certeza de que o estabelecimento não mudou de postura depois de ter sido incluído aqui.
Fabio Chaves
A.18 Cahiers Antispécistes
Apresentação:
Les Cahiers antispécistes é uma revista fundada em 1991 para por em causa o especismo e para explorar as implicações científicas, culturais e políticas do mesmo.
Les Cahiers antispécistes incluem: artigos de filosofia moral que dão conta de uma multiplicidade de aproximações teóricas concernentes à questão animal; reflexões sobre as relações entre especismo e discriminações entre humanos; análises da questão animal baseadas em diferentes disciplinas (psicologia, sociologia, filosofia, etologia, biologia, etc.); informações e debates sobre a estratégia do movimento pelos direitos dos animais; dossiês temáticos; e resenhas de livros.
Les Cahiers antispécistes fazem parte do movimento social que trabalha para um comportamento humano mais ético para com todos os seres sencientes.
A redação é composta (março 2010) por Antoine Comiti, Estiva Reus e Brigitte Gothière.
Les Cahiers antispécistes é uma revista independente de todas as organizações inclusive do lobby dos produtores de hortifruti.
Nós encorajamos a livre difusão dos textos, com a condição de que o conteúdo não seja modificado e que a fonte seja citada. Entretanto, não podemos permitir a livre publicação de todos os textos da revista, os direitos podem ser de propriedade de outros. Nos consultar conforme o caso.” (tradução livre)
Contato: redac@cahiers-antispecistes.org
A.19 Center on Animal Liberation Affairs
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
O Center on Animal Liberation Affairs, ligado ao Departamento de Filosofia da Universidade do Texas (EUA), desenvolve estudos e discussões sobre princípios e práticas da libertação animal. Essa organização estadunidense promove eventos e publica o The Animal Liberation and Philosophy Policy Journal – uma publicação que se propõe a aumentar o conhecimento e a consciência sobre a libertação animal e para servir de recurso para a academia abordar o tema de forma mais ampla.
O Center on Animal Liberation Affairs também realiza uma conferência anual que reúne muitos membros de organizações e agências, integrantes do movimento de libertação animal.
Contato: info@cala-online.org
A.20 Defensores dos Direitos Animais
Apresentação:

Reunimo-nos pela primeira vez em 02-5-2008 com a intenção de formular uma proposta de discussão permanente acerca da condição animal, seja no seio do grupo ou perante a comunidade. Tratava-se de dar um passo à frente, de escapar à simples manifestação silenciosa promovida por nós enquanto indivíduos vegetarianos. Desde o primeiro encontro, então, temos tido essa preocupação de dialogar entre nós e com o público, promovendo sempre que possível a argumentação pró-animal.

Por ocasião da realização da edição de 2008 do EGED – Encontro Gaúcho de Estudantes de Direito, desenvolvemos nossa primeira manifestação aberta à comunidade Pelotense – A “I Oficina sobre Direitos dos Animais – Vídeo-Debate”. A atividade se constituiu em um vídeo-debate, com a exibição do documentário “Terráqueos” (Earthlings, no original). Adiante, já na cidade de Caxias do Sul (RS), integrando a programação do Encontro Nacional de Estudantes de Direito, apresentamos a “II Vídeo-Debate DDA”, desta vez com a exibição de um pequeno trecho do documentário “A carne é fraca”, oportunizando um grande debate com estudantes de diversos estados brasileiros.

Nossa terceira atividade, em parceria com o Centro Acadêmico Ferreira Viana (Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas), será desenvolvida na 43ª Semana Acadêmico de Estudos Jurídicos e Sociais da Ufpel. Na quarta noite do evento, em 25-9-2008, será apresentado o painel “Especismo e Direitos Emergentes”, no qual palestrarão os Promotores Jaime Chatkin e Sandro de Souza Ferreira, ambos do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul.

Blogue de um grupo de defensores de Pelotas/RS.
A.21 Empatia y Ética
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Apresentação:
Blogue vegano anarquista de Barcelona.
A.22 Empty Cages
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Apresentação:
Saite oficial do filósofo estadunidense, Tom Regan, autor de livros como The Case for the Animal Rights, Jaulas Vazias, All That Dwell Therein, conhecido por elaborar uma das primeiras e mais completas argumentações em defesa de direitos para os animais que são sujeitos-de-uma-vida, baseada no seu valor inerente.
A.23 Farm Sanctuary
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Apresentação:
“Em um mundo ideal, não haveria necessidade de um santuário fazenda. Não haveria fazendas industriais ou currais, e vacas, porcos, galinhas e outros animais não seriam abusados. Eles seriam livres para descansar na brisa, tomar banho de sol, cavucar a terra e aproveitar a vida.
Infelizmente, porém, os animais criados nas fazendas industriais de hoje são tratados como objetos insensíveis e as suas necessidades básicas são completamente ignoradas. Eles são lotados em armazéns agrícolas da fábrica e confinados tão densamente que não pode andar, virar-se ou deitar-se confortavelmente. Os animais de criação são debicacos, têm unhas e caudas cortados, são confinados aglomerados, negligenciados e têm negados os requisitos básicos para a vida: ar puro, alimentação saudável, espaço para se movimentar e, mais importante, liberdade.
A Farm Sanctuary foi fundada em 1986 para combater os abusos da pecuária industrial e incentivar uma nova consciência e entendimento sobre os animais de “fazenda”. Na F.S., estes animais são nossos amigos, não nossos alimentos.
Começamos visitando fazendas, currais e matadouros para documentr as condições e encontramos animais literalmente deixados para morrer. Hilda, uma ovelha encontrado em uma pilha de animais mortos atrás daLancaster Stockyards foi o primeiro animal a ser resgatado pela F.S. Ela viveu conosco por mais de uma década e morreu de velhice.
Através dos anos, temos salvado milhares de animais e educado milhões de pessoas sobre a situação real deles. As pessoas ficam chocadas ao saber das condições intoleráveis que são comuns nas fazendas industriais de hoje.
O nosso trabalho de resgate e educação continua, bem como nossa defesa de leis e políticas para prevenir o sofrimento e promover a compaixão. Estamos alcançando os legisladores e as empresas e trabalhando para a realização de reformas institucionais.
Quando a F.S. começou em 1986, era uma principiante, toda a organização de voluntários foi financiada pela venda de cachorros-quente vegetarianos a partir de uma Kombi. Hoje, a F.S. cresceu e se tornou a líder estadunidense na proteção de animais de fazenda, com centenas de milhares de apoiadore. A F.S.permanece firmemente comprometida com a missão de acabar com a crueldade aos animais de fazenda e promover uma vida de compaixão por meio do resgate, da educação e dos esforços de advocacia. Queira juntar a nós. Afinal, um mundo compassivo começa com você!” (tradução livre)
A.24 Food for Life Global
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Apresentação:
Food for life é uma organização sem fins lucrativos levando comida e vida aos necessitados do mundo através da distribuição gratuita de alimentos puros preparados com amor. O projeto começou em 1974 e hoje está ativo em mais de 60 países. Com voluntários servindo mais de 1,5 mi de refeições vegetais gratuitas diariamente em restaurantes, cosinhas móveis, escolas e áreas de desastres, Food for life é a maior ajuda de alimentos veganos no mundo.” (tradução livre)
A.25 Food Not Bombs
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Apresentação:
Food Not Bombs compartilha gratuitamente comida vegana e vegetariana com os famintos em mais de 1000 cidades ao redor do mundo, todas as semanas, para protestar contra as guerras, a pobreza e a destruição do meio ambiente. Com mais de 1 bilhão de pessoas passando fome todos os dias como podemos desperdiçar um dólar sequer em gerras?” (tradução livre)
A.26 Frente Brasileira pela Abolição da Vivissecção
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Apresentação:
Organização sem fins lucrativos que tem por objetivo promover a abolição total da experimentação animal.
Contato: fbav_br@yahoo.com.br
A.27 Fund for Animals
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Apresentação:
The Fund for Animals foi fundado em 1967 pelo proeminente autor e defensor dos animais Cleveland Amory. Por 37 anos, o Fundo tem liderado alguns dos eventos mais significativos na história do movimento de proteção animal, empregando categóricas campanhas de advocacia e operando mundialmente famosas estruturas de acolhimento de animais, como o Black Beauty Ranch.
Vitórias históricas da Fund têm salvo milhares de animais da crueldade e sofrimento.
Em 2005, The Fund for Animals e The Humane Society of United States se uniram para formar uma parceria inédita para os animais. Desde então, o Fundo tem expandido os seus esforços para proteger os animais nos tribunais e garantir veterinários, santuários, e atendimento às necessidades de reabilitação em estruturas de cuidados diretos aos animais.
O Fundo já ganhou ações-marco para proteger os animais de caça e captura, e a organização está atualmente lutando pelos animais, com a ajuda da secção Animal Protection Litigation. Este grupo, atuante em tempo integral, de advogados, funcionários judiciais e escritórios de advocacia está defendendo os animais em tribunais federais e estaduais contra crueldade e abuso. Os casos atuais do Fundo visam proteger as espécies ameaçadas de extinção, parar o abuso de elefantes de circo, manter refúgios nacionais seguros de vida silvestre, e muito mais.
As operações de cuidado direto do Fundo fornecem tratamento veterinário para milhares de animais durante todo o ano, enquanto treina voluntários e apoia comunidades locais.” (tradução livre)
Contato: info@fundforanimals.org
A.28 Gato Negro – Núcleo Libertação Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O Gato Negro – Núcleo Libertação Animal é uma pequena entidade, de cunho abolicionista e que luta pelos direitos animais. Formada em Maio de 2006.
Reconhecemos que os animais não-humanos são escravizados, subjulgados através de um pensamento discriminatório amplamente aceito pela sociedade: o especismo. Animais são seres sencientes e assim deveriam ser considerados sujeitos de suas ações e não meros objetos de propriedade humana.
O especismo, discriminação de espécies, tem na cultura e nos seus meios de disseminação a garantia plena de que a violência continuará. O apoio da legitimação legal permite a tortura institucionalizada (ainda não existem leis antiespecistas). O especismo é o recurso que todos(as) os(as) exploradores(as) se utilizam para defender a violência. ‘Dependemos dos animais’, ‘sempre foi assim’, ‘é a lei da sobrevivência’, são argumentos insustentáveis e que apelam para o especismo arraigado em nossa educação discriminatória.
Todas discriminações provenientes de nossa sociedade possuem notáveis similaridades. Nos opomos à todas as formas de discriminação, sejam elas de espécie, nacionalidade, gênero, etnia / raça, idade ou orientação sexual.
O Gato Negro – Núcleo Libertação Animal, surge como uma via educacional, de ação jurídica e ação direta pacífica com o objetivo de denunciar violações dos direitos animais e do uso de animais como objetos.
Promovemos também o veganismo como ato político e ético no questionamento diário da ‘coisificação animal’.
Nosso foco é o combate ao especismo em todas suas formas, apoiando a ecologia social e o veganismo em todos seus aspectos, mas com ênfase em ética.
Não lutamos por formas ‘humanitárias’ de ‘manejo animal’, pelo contrário, lutamos pela completa abolição de práticas exploratórias, mesmo que escondidas por detrás de eufemismos. Atentamos também pela íntima relação entre exploração animal e o capitalismo. Nos opomos à forma estrutural, econômica e social do capital que sobrepõe imperativo aos interesses dos seres vivos. Destruindo assim a Terra e impedindo a ação das pessoas.
Nos organizamos de forma horizontal e autogestionária. Somos uma entidade não-hierárquica, que promove a participação direta de todos(as) organizadores(as). Buscando maximizar nossa independência, não aceitamos doações de empresas e governos, apenas a colaboração de associados(as) (pessoas físicas).
Lutamos para que qualquer violação da pessoa animal seja reconhecida com tal rigor a uma violação dos direitos humanos. Faça parte da mudança, torne-se um(a) associado(a) ou voluntário(a) do Gato Negro ou ajude como puder na luta pelos direitos animais.”
Contato: contato@gato-negro.org
A.29 Grupo Abolicionista pela Libertação Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Blogue do grupo de veganos que atua na Grande Vitória/ES.
Contato: veganvix@gmail.com
A.30 Grupo pela Abolição do Especismo
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O Grupo pela Abolição do Especismo de Porto Alegre (GAE–PoA) reúne interessados em pesquisar e divulgar alternativas às práticas de exploração animal; incentivar alimentação e consumo que respeite os animais, não agrida a natureza e a saúde; conscientizar sobre a responsabilidade para com todos os seres sencientes.”
“Todo o trabalho é voluntário, e as pessoas estão unidas pela vontade de conhecer os fundamentos filosóficos dos direitos animais e do veganismo e de atuar em prol da abolição da escravidão animal. Diferente de muitos outros agrupamentos em que se defendem interesses próprios, o GAE não tem outras recompensas na sua luta que não a prática de justiça em relação a estas vítimas do especismo humano.”
A.31 Guia Vegano
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“A idéia de fazer um ‘Guia Vegano’ nasceu durante o Congresso Vegetariano Mundial em Florianópolis (novembro de 2004).
Aqui estão reunidos informações essenciais para que qualquer um possa adotar o modo de vida Vegano e assim passar a causar menos sofrimento aos animais e ao Planeta.
Somos uma comunidade on-line, onde os visitantes podem desfrutar de vários serviços e interagir com outras pessoas que tem o mesmo ideal e amor pelos animais.
Nossa loja tem como objetivo manter o projeto vivo e ao mesmo tempo prover aos veganos e vegetarianos produtos da mais alta qualidade e afinizados com sua filosofia de vida, ou seja nenhum insumo animal foi utilizado em qualquer dos produtos e nenhum teste foi realizado em animais.
Usamos sempre que possível embalagens e caixas provenientes de reaproveitamento para embalar as encomendas que enviamos.
A Internet é uma ferramenta maravilhosa de comunicação. Hoje podemos falar via skype sem pagar interurbano com qualquer parte do mundo, divulgar eventos, idéias etc. sem depender dos meios de comunicação tradicionais – que estão nas mãos dos grandes interesses políticos. A questão é aprender a usar este potencial plenamente e para o bem.
Venha fazer parte desta revolução!”
Alex Fernandes
Contato: alex@guiavegano.com.br
A.32 Holocausto Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O Grupo ‘Holocausto Animal’ foi criado em maio de 2005 com o propósito de atuar na defesa dos direitos animais. É formado por pessoas que têm a mesma ideologia: os animais não nos pertencem. Portanto, assim como ocorria com os escravos, há três séculos, os membros deste grupo, lutam pelo fim da escravidão animal.
Somos radicalmente contra todo tipo de exploração a que os animais são submetidos. Desde a época de sua criação, o grupo já realizou e participou de diversas manifestações e protestos nacionais e internacionais em defesa dos direitos animais.
Fiscalizar, denunciar, planejar e executar ações para que os direitos animais sejam respeitados são algumas das tarefas do grupo, além de divulgar material informativo visando conscientizar as pessoas para a dura realidade dos animais – que a maioria desconhece ou finge desconhecer.
Temos o direito de matar animais para nos alimentarmos.
Temos o direito de usar animais como cobaias em nosso benefício.
Temos o direito de capturar animais de seu habitat e aprisioná-los em jaulas e gaiolas ou explorá-los em arenas e picadeiros para nosso divertimento.
Temos o direito de arrancar-lhes a pele ainda vivos para satisfazer nossa vaidade.
Temos o direito de usá-los como brinquedos e abandoná-los à própria sorte quando cansamos da diversão.
Temos o direito de ser livres e respeitados, mas esquecemos que eles têm os mesmos direitos que nós.
Se não podemos mudar o passado, temos o dever de transformar o presente, restituindo-lhes, principalmente, o direito de serem livres, o direito de viverem sem sofrimento, o direito de serem respeitados incondicionalmente.
Não haverá Libertação Animal sem luta.
Junte-se a nós pelo fim da escravidão animal.”
Fábio Paiva
A .33 Humane Society of United States
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
The Humane Society of United States é a maior e mais eficaz organização de proteção animal dos Estados Unidos, sendo apoiada por 11 milhões de estadunidenses, ou um em cada 28. Fundada em 1954, a H.S.U.S.busca um mundo humano e sustentável para todos os animais, um mundo que também irá beneficiar as pessoas. Somos a força dominante dos Estados Unidos contra a crueldade, exploração e negligência, bem como a voz mais confiável exaltando o vínculo homem-animal.
Nossa missão: celebrar os animais, confrontar a crueldade.
Trabalhamos para reduzir o sofrimento e para criar mudanças sociais significativas para os animais, defendendo políticas públicas sensíveis, investigando crueldades, trabalhando para fazer cumprir as leis existentes, educar o público sobre questões de animais, juntando-se com as empresas em nome de políticas favoráveis aos animais, e realizando parcerias em programas que fazem o nosso mundo mais humano. Somos a agência de resgate para proteger os animais durante desastres, fornecemos assistência direta para milhares de animais em nossos santuários e centros de salvamento, mantemos centros de reabilitação de animais selvagens e clínicas veterinárias móveis.
Celebramos os animais de estimação, bem como a proteção da vida selvagem e do habitat. Somos os defensores mais importantes dos Estados Unidos para sociedades humanas locais, fornecendo abrigo e padrões de avaliação e programas de treinamento, realizando campanhas nacionais para promover a adoção de animais de estimação, suporte direto e conferências nacionais.
Enfrentamos as crueldades nacional e global, através de grandes campanhas contra as práticas bárbaras de rinhas de cães e galos; fábricas de filhotes abusivas onde os cães não são tratados como membros da família mas como máquinas de produção; as piores crueldades da agricultura industrial no agronegócio moderno como o confinamento dos animais em gaiolas e grades; as desumanas e anti-desportivas práticas de caça como caça de animais exóticos em cativeiro, o abate de cavalos-americanos para exportação para países estrangeiros onde cavalo é considerado uma iguaria; e a matança de focas bebê e outros animais para o comércio de peles. Ao longo de nossa história temos liderado vitórias significativas para os animais no Congresso, assembléias estaduais, tribunais e conselhos de administração das empresas.”
A.34 Humanist Vegetarian Group
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Grupo que promove o ‘vegetarianismo secular’, ou seja, o vegetarianismo a partir de uma perspectiva ateísta e humanista.
A.35 Igualdad Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Igualdad Animal é uma organização internacional sem fins lucrativos, que atua na Espanha, na Inglaterra, na Venezuela e na Colômbia. Está dedicada a conseguir que os demais animais sejam considerados nossos iguais e respeitados como tais.
Igualdad Animal centra todos seus esforços em ajudar aos demais animais da melhor forma possível, por isso, nossos recursos se dedicam a tratar de conscientizar a sociedade sobre a injustiça que resulta de discriminar os interesses dos demais animais com base na sua espécie e o grande dano que lhes provocamos ao utilizá-los como comida, entretenimento, objetos de laboratório ou vestimenta. Para isso, damos conferências, oferecemos oficinas, afixamos textos tabelas informativas na rua, organizamos atos reivindicatórios, publicamos materiais informativos diversos.
Na Igualdad Animal não apoiamos outra forma de utilizar os demais animais senão que deixem de ser utilizados, totalmente e o quanto antes. Por isso nos dedicamos para acabar com a discriminação e utilização que estão sofrendo os animais que, na verdade, não pertencem à espécie humana. Essa discriminação impõe que milhões de animais não humanos morram a cada hora nos mais diversos âmbitos para serem utilizados para benefício humano: alimentação, vestuário, entretenimento, experimentação.
Iguais a nós, os demais animais são capazes de sentir e se ver afetados por nossas ações, e precisamente devido a essa capacidade de sofrer e desfrutar é que devemos levá-los em conta do mesmo modo que fazemos com os humanos. O fato de pertencermos a espécies diferentes é irrelevante quando falamos de interesse em não sofrer e do interesse de desfrutar da sua própria vida. A capacidade de sofrer e gozar nos converte em iguais, ou seja, em indivíduos com interesses próprios que merecem ser levados em conta de maneira justa e equitativa.”
Contato: info@igualdadanimal.org
A.36 In Defence of Animals
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
A missão da I.D.A. é acabar com a exploração, a crueldade e o abuso de animais e defender os direitos, o bem-estar e os habitats dos animais, bem como a extinção da visão dos animais como propriedade, meras mercadorias ou coisas.
Contato: idainfo@idausa.org
A.37 Instituto Nina Rosa
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida é uma organização independente, sem fins lucrativos, que atua voluntariamente, com autonomia. Desde 2000 promovemos conhecimento sobre defesa animal, consumo sem crueldade e vegetarianismo. Por princípio, não recebemos recursos de empresa ou organismo contrários aos ideais que buscam erradicar todas as formas de exploração animal. Financiamos nosso trabalho com a venda do material que produzimos e com doações espontâneas de pessoas físicas.
Acreditamos que a educação e o exemplo têm poder de transformar e incentivar a responsabilidade pela natureza, pelo reino animal e pela própria humanidade. Por isso realizamos projetos e produzimos material educativo focados na Educação de Valores.”
“O Instituto – Missão, Visão, Princípios”
“O que nos guia: O amor e respeito pelos animais e natureza, e a fé de que podemos contribuir para uma sociedade mais justa e pacífica.”
“Porque atuamos nessa área: Quanto menos capazes forem os seres de defender seus direitos, maior é o nosso dever de defendê-los.”
“O que fazemos: Promovemos a valorização da vida animal por meio da educação humanitária.”
“Nossa visão: A natureza é sagrada.”
A.38 Invisible Voices
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Blogue que aborda temas de interesse geral, relacionados ao veganismo e direitos animais.
A.39 Meat
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O saite que a indústria da carne não quer que você veja.”
A.40 Mercy For Animals
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“A Mercy For Animals é uma organização estadunidense sem fins lucrativos de defesa animal. Fundada em 1999 e com mais de 35 mil membros e fortes apoiantes, a M.F.A. trabalha para criar uma sociedade onde os animais sejam tratados com respeito e compaixão que eles tanto merecem.
A M.F.A. acredita que animais não-humanos são indivíduos insubstituíveis com interesses moralmente significativos e, portanto, direitos. Isto inclui o direito de viver livre de sofrimento desnecessário e exploração.
A M.F.A. está dedicada em estabelecer e defender os direitos de todos os animais. Mais de 99% de crueldade contra animais nos Estados Unidos ocorre nas mãos das indústrias de carne, laticínios e ovos – que confinam, mutilam e abatem mais de 9 bilhões de animais a cada ano. Por isso, a M.F.A. se concentra na defesa dos animais de criação e na promoção de escolhas alimentares livres de crueldade.
A M.F.A. trabalha para ser uma voz em nome dos animais por meio da educação para o consumo pró-ativo e campanhas publicitárias, pesquisas e investigações sigilosas, resgates, trabalhando com mídia e ativismo de base.” (tradução livre)
Contato: info@mercyforanimal.org
A .41 Movement for Compassionate Living
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O M.C.L. visa: espalhar a mensagem vegan e promover uma vida simples e autossustentável como um remédio contra a exploração dos seres humanos, dos animais e da Terra; promover o uso de árvores e agricultura vegana para atender as necessidades da sociedade por alimentos e recursos naturais; e promover uma sociedade baseada na terra em que a maior parte possível da nossa alimentação e dos recursos sejam produzidos localmente.
Vida compassiva é fazer conexões entre o modo como vivemos e os sofrimentos dos outros, entre o desenvolvimento industrial desnecessário e a destruição do planeta. Trata-se de um compromisso de trabalhar de forma não violenta para a mudança, promover estilos de vida que sejam possíveis para as pessoas de todo o mundo, sustentável com os recursos do planeta, amigos do meio ambiente e livre de qualquer exploração de animais e de pessoas.
O M.C.L. publica folhetos, brochuras e uma revista trimestral, a New Leaves, com artigos para inspirar, informar e prestar ajuda prática. Ela responde a perguntas, monta barracas e realiza reuniões para obter a orientação dos membros. Todo o trabalho é voluntário.” (tradução livre)
Contato: veg@ferntor.co.uk
A.42 Not Milk
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O objetivo do Not Milk é ajudar você a encontrar toda a verdade sobre o leite de vaca e produtos lácteos rapidamente e fornecer recursos on-line de qualidade.”
A.43 Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão em Direito Ambiental e Direito Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
O Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão em Direito Ambiental e Direito Animal – NIPEDA, instituto acadêmico vinculado a Coordenação do Programa de Pós-graduação em Direito, Mestrado e Doutorado da Universidade Federal da Bahia, tendo por objetivo o desenvolvimento de atividades interdisciplinares de pesquisa e extensão no âmbito da pós-graduação e da graduação da Faculdade de Direito da UFBA. É coordenado pelo Prof. Dr. Heron José de Santana.
A.44 Nutrição Vegetariana
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“A NutriVeg é uma empresa de consultoria em nutrição vegetariana, sendo a única no país especializada nesse segmento no país. Ela é dirigida por Dr George Guimarães, nutricionista (CRN-3 7708) que se dedica exclusivamente ao atendimento de pacientes vegetarianos. Além do no aconselhamento de pacientes, ele atua em pesquisa científica e ministra cursos e palestras em universidades e para o público em geral.”
Contato: nutriveg@nutriveg.com.br
A.45 Odeio Rodeio
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O coletivo OdeioRodeio é um grupo sem influências partidárias, que luta pela abolição dos animais em  “festas” como rodeios, vaquejadas e farras do boi. Os animais não devem ser usados como propriedade da raça humana, e muito menos em eventos que servem unicamente para divertir  as pessoas!
Sentir prazer e diversão com  o sofrimento de um animal é a demonstração pura do egoísmo e da indiferença sentimental da humana e sua pseudo-superioridade sobre os animais.
Junte-se a nós! Faça parte do nosso coletivo, divulgando abaixo-assinados contra os rodeios, istribuindo materiais de conscientização paras as pessoas, organizando palestras, propagando todo conceito de libertação animal de diversas maneiras.”
Contato: contato@odeiorodeio.com
A.46 Olhar Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O site Olhar Animal é dedicado à promoção de adoção de cães e gatos resgatados do abandono e de outras situações de maus-tratos, cuidados e esterelizados (castrados) por ação dos grupos de defesa animal, protetores independentes e por órgãos públicos ligados à questão do controle populacional de animais, em especial os Centros Municipais de Controle do Zoonoses.
É também voltado à conscientização e sensibilização de pessoas para os direitos animais, especialmente o direito à vida e ao bem-estar, bem como à orientação sobre os cuidados básicos necessários ao atendimento desinteressado de suas necessidades.
Deixe-se adotar por um dos cães e gatos do Olhar Animal. Todos esperam por um guardião responsável e amoroso que lhes dê atenção, respeito, carinho.
O Olhar Animal, que está online desde 15 de junho de 2009, foi criado por Maurício Varallo, ativista dos direitos animais desde 2001, criador do site É O BICHO! em 2002, fundador e primeiro presidente do Instituto É O BICHO!, ONG criada em 2003 em Florianópolis/SC, promotor do primeiro seminário nacional sobre direitos dos animais em 2005 (1º Seminário É O BICHO! – Direitos dos Animais), na OAB/SC, editor da revista eletrônica sobre direitos dos animais Pensata Animal e voluntário do Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida.”
A.47 Peaceful Prairie Sanctuary
Sítio eletrônico:
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Apresentação:
Blogue de um santuário norte-americano para animais resgatados da indústria da exploração animal.
A.48 Pensata Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“A revista Pensata Animal foi colocada online no dia 13 de maio de 2007, não por casualidade, em um dia em que se comemora a abolição da escravidão humana no Brasil.
Publicamos textos jurídicos, notícias e, principalmente, artigos que  abordam aspectos éticos relacionados aos animais não-humanos e que  discutem a inclusão destes na esfera de consideração moral.
O revista é aberta à publicação de textos de vários pensadores que  argumentam pela total abolição da exploração animal, argumentação ainda pouco conhecida em uma sociedade na qual as ciências e a tradição filosófica que nos foi legada impregnam forte, e quase unicamente valores especistas, expondo-nos cotidianamente à negação do valor moral dos animais não-humanos, que acabamos por incorporar.
Longe da neutralidade diante de questões morais (neutralidade, de fato, inexistente para quem é capaz de fazer escolhas), defendemos a abolição de todas as formas de exploração de animais (não-humanos e humanos). Defendemos também que a postura ética não se resume a evitar o causamento de danos, mas também significa restituir o bem diminuído pelo dano já feito, evitar que novos danos sejam causados, e fomentar as condições para que o bem-próprio de cada ser possa ser desfrutado.”
A.49 People for the Ethical Treatment of Animals
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“A People for the Ethical Treatment of Animals (P.E.T.A.), com mais de 2 milhões de membros e apoiadores, é a maior organização pelos direitos animais do mundo.
A P.E.T.A. concentra sua atenção sobre as quatro áreas em que o maior número de animais sofre mais intensamente durante o maior período de tempo: em fazendas industriais, nos laboratórios, nas indústrias de vestuário e na indústria do entretenimento. Também trabalhamos em uma variedade de outras questões, incluindo o abate cruel de castors, pássaros e outras ‘pragas’ e o abuso de case de quintal
A P.E.T.A. trabalha com educação pública, investigação da crueldade, pesquisa, resgate de animais, legislação, eventos especiais, participação de celebridades e campanhas de protesto.” (tradução livre)
A.50 Physicians Committee for Responsible Medicine
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Fundada em 1985, o P.C.R.M. é uma organização sem fins lucrativos, apoiada por médicos e leigos que trabalham juntos para uma prática médica compassionada e eficaz e para a investigação e a promoção da saúde. O P.C.R.M. publica, trimestralmente, a revista Good Medicine; promove medicina preventiva através de programas inovadores como “Os quatro novos grupos alimentares” (Grãos, Feijões, Frutas e Verduras), para uma alimentação 100% vegetal; e promove alternativas para a abolição dos testes e pesquisas com animais.
Contato: pcrm@pcrm.org
A.51 Projeto Esperança Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“Em 1998, um trabalho de conclusão de curso da então aluna Ana Gabriela de Toledo deu início a um arrojado projeto voltado para a preservação dos animais silvestres brasileiros, com impactos diretos nos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. Após alguns meses de estudos e testes tomou forma o nome e o logotipo da PEA. No segundo semestre de 2002 iniciou-se uma seqüência de reuniões com a intenção de aproximar pessoas e originar uma entidade ambiental que atuasse com determinação em busca dos objetivos do grupo. Nesse momento, optou-se por unanimidade em prosseguir com a marca PEA e iniciaram-se imediatamente os trabalhos de desenvolvimento e votações do estatuto interno da entidade. Em 27 de agosto de 2003 a PEA foi oficializada como pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos. Em 14 de setembro de 2005 a PEA recebeu a qualificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), fornecida pelo Ministério da Justiça.
Causa: Proteção ao meio ambiente e a biodiversidade.
Objetivo: Contribuir para propiciar harmonia entre os seres humanos e as diversas espécies do planeta.
Missão: Mudar o cruel tratamento que os animais e o ambiente recebem nos dias de hoje.
Áreas de Atuação: Nossos projetos visam à preservação do meio ambiente e de animais em geral, mediante ações de conscientização da sociedade. A maioria dos seres humanos toma parte ativa ou concorda com práticas que exigem o sacrifício do bem-estar de outras espécies para atender interesses muitas vezes triviais da humanidade. Somos contrários à idéia de que a espécie humana é superior às demais e que os animais existiriam para nos servir. Acreditamos que mudanças dos hábitos de consumo e de entretenimento são capazes de garantir o bem estar de todas as espécies do planeta.”
A.52 Provegan
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“Como um guia para o dia-a-dia vegano, compartilhamos informações sobre restaurantes veganos/vegetarianos, o que comprar em supermercados, receitas, substituições do couro, produtos não testados em animais, e muito mais!”
A.53 SAC Vegano
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“Formamos uma comunidade no Orkut, com a finalidade de entrar em contato com o Sac de diversas empresas e relacionar quais teriam ou não produtos livres de ingredientes de origem animal, bem como relacionar as marcas testadas em animais.
Hoje a comunidade cresceu e possui muita informação, e para facilitar a vida de todos e as buscas por marcas e produtos, resolvemos passar toda essa informação para um site, de forma organizada.”
A.54 Sea Shepherd
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O Instituto Sea Shepherd Brasil – Guardiões do Mar integra a Sea Shepherd Conservation Society, baseada nos Estados Unidos que também tem escritórios na Austrália, Canadá, Inglaterra, Holanda, França e África do Sul. A Sea Shepherd Conservation Society – SSCS foi fundada em 1977, nos Estados Unidos, pelos fundadores do Greenpeace, que, ao engajarem-se nesse novo projeto, criaram um movimento de caráter mais ágil, objetivo e ativista. Atualmente, a Sea Shepherd é considerada a ONG de proteção dos mares mais ativista do mundo e conta com a participação efetiva de milhares de voluntários em todo o planeta.
Em 1971 dois jovens movidos pela paixão e pela vontade de preservar o Planeta Terra embarcaram em um navio em direção ao Alasca com o objetivo de parar os testes nucleares que seriam conduzidos na ilha de Amtchika. Estas pessoas eram os canadenses Paul Watson e seu parceiro Robert Hunter. Neste mesmo ano estas duas personalidades acabariam encabeçando a criação da ONG mais conhecida do mundo, a Greenpeace. Seis anos mais tarde, os dois ambientalistas decidem deixar a Greenpeace. Paul Watson então funda outra ONG, mais ativista, objetiva, ágil e menos burocrática. Surge então, em 1977, a primeira ONG de proteção dos mares do mundo, a Sea Shepherd Conservation Society. Nestes mais de 30 anos de atuação, a Sea Shepherd e seus voluntários ficaram conhecidos como piratas dos mares, depois de afundar 10 navios baleeiros ilegais e abalroar e impedir a pesca de inúmeros barcos pesqueiros ilegais.
No Brasil, as atividades do Instituto Sea Shepherd Brasil – ISSB iniciaram em junho de 1999, através da implantação da sede nacional, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul como o único escritório no mundo com total autonomia da matriz nos EUA. Esta sede serve como referência das ações no Brasil e trabalha pela preservação da biodiversidade marinha brasileira, além de apoiar as ações internacionais da SSCS. O Instituto Sea Shepherd Brasil depende do voluntariado e, como outros escritórios no mundo, não possui nenhum funcionário fixo ou assalariado. Desde a sua fundação o ISSB vem promovendo, defendendo e apoiando a preservação dos ecossistemas marinhos brasileiros. Diversas ações em parceria com outras ONGs, empresas e órgãos governamentais já foram desenvolvidas com sucesso. Entre estas, podemos citar atividades de educação ambiental, sobrevôos para monitoramento e fiscalização do litoral contra a pesca predatória, coordenação de equipes durante atividades de recuperação afetadas pelo derramamento de petróleo, ações civis públicas em defesa dos ecossistemas marinhos entre outras.
As ações da Sea Shepherd interessam a todos. Através de seus projetos, toda a comunidade, os órgãos governamentais, outras ONGs e a iniciativa privada são beneficiadas, as ações do Instituto Sea Shepherd preserva um bem comum que pertence a todos: o mar e a sua biodiversidade. O Instituto Sea Shepherd Brasil desenvolve atividades dirigidas para a conservação da biodiversidade marinha e ecossistemas da costa litorânea brasileira junto com organizações privadas, governamentais e não governamentais que buscam os mesmos objetivos. Como em outros lugares no mundo, os voluntários da Sea Shepherd são pessoas que querem fazer diferença e ajudar a proteger os ambientes e os animais marinhos. Estudantes, universitários, profissionais liberais e empresários de diferentes áreas de atuação se unem e oferecem seu conhecimento e esforço pessoal à nossa disposição para agir.”
A .55 Seja Vegano
Sítio eletrônico: .
Carta de Princípios”
“O veganismo é a aplicação prática do princípio de que nenhum indivíduo senciente, ou seja, capaz de ter sensações, deve ser tratado como objeto. Todos os seres humanos têm interesse na continuidade de sua vida, na sua integridade física, na sua liberdade e em não serem tratados como recursos alheios, e é justamente por esta razão que todos são titulares de direitos básicos em igual medida, independentemente de sua capacidade cognitiva, do seu domínio da linguagem simbólica e de sua compreensão do que seja um direito. Como todos os outros animais sencientes possuem exatamente estes mesmos interesses, não existe nenhum critério moralmente relevante para não estender a eles estes mesmos direitos básicos e para continuar a tratá-los como meros recursos à nossa disposição. Em se tratando de interesses básicos, não podemos discriminar um indivíduo com base em características biológicas irrelevantes para defendermos privilégios inaceitáveis. Este tipo de discriminação é chamado de especismo, e funciona exatamente nos mesmos moldes que o sexismo e o racismo.
Como a nossa sociedade é inteiramente especista, o uso de animais não-humanos como recursos é generalizado. Existem produtos de origem animal na composição do asfalto e de pneus e praticamente todas as substâncias que utilizamos foram testadas em animais. Isso não significa que não podemos fazer nada para romper com o atual paradigma de que os outros animais estão na Terra única e exclusivamente para satisfazer aos interesses humanos. Temos o dever de no mínimo deixar de consumir qualquer produto que poderia ser produzido sem a exploração ou a matança deliberada de qualquer animal com o intuito de usá-lo como recurso, como é o caso das carnes, dos ovos, dos laticínios, do mel, da seda, dos couros, das peles e das plumas. Também não devemos patrocinar rodeios, touradas, brigas de galo, zoológicos e circos, que exploram animais. E sempre devemos preferir empresas que deixaram de testar seus produtos em animais. À medida que um número cada vez maior de pessoas adotar o veganismo, diminuirá a quantidade de restos de abatedouros disponível para se fabricar mil e uma substâncias e as empresas rapidamente encontrarão substitutos éticos para estes insumos. E aumentará a pressão para que cesse todos os tipos de experimentação animal, antiéticos pelos mesmos motivos que os testes em seres humanos sem o devido consentimento.
Do ponto de vista da nossa saúde, não é só inteiramente possível como até mesmo desejável a adoção de uma dieta que não inclua nenhum produto de origem animal em todas as fases da vida, como atesta o parecer da Associação Dietética Americana de 2003. De acordo com este parecer, todos os profissionais de saúde têm o dever de estimular e orientar aqueles que desejam adotar este tipo de alimentação e não podem mais dissuadí-los.
Além disso, a pecuária é uma das formas mais ineficientes de se produzir alimentos, além de ser responsável por um impacto ambiental devastador. De acordo com o relatório de 2006 da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) convenientemente intitulado de “A Grande Sombra da Pecuária”, a pecuária é responsável por 18% da emissão de gases estufa, maior do que a causada pelos automóveis, e um terço da terra arável do planeta é destinado à produção de alimentos para a criação de animais, que poderiam ser consumidos diretamente por um número bem maior de pessoas.
O ser humano está constantemente evoluindo em termos morais e o respeito a todos aqueles que, embora não sejam membros da nossa espécie, são igualmente capazes de sofrer e de sentir prazer e que prezam pela sua própria vida e liberdade, nada mais é do que a extensão natural de nossos horizontes morais e a aplicação na prática de princípios que já adotamos. Houve épocas no passado em que era socialmente aceitável afirmar que as mulheres existiam para servir os homens e os negros existiam para servir os brancos. No futuro, estamos otimistas de que a afirmação de que os animais não-humanos só existem para servir aos seres humanos soará igualmente ultrajante.”
Cláudio Godoy
Contato: contato@sejavegano.com.br
A.56 Sentiens Defesa Animal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Grupo vegano de defesa animal de São Paulo/SP.
A.57 Seres Livres
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Blogue que se propõe a difundir a filosofia abolicionista dos direitos animais e responder às objeções especistas a esta filosofia a partir de reflexões sobre as implicações éticas, políticas, filosóficas e sociais da adoção do estilo de vida vegano.
A.58 Sítio Veg
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O Sítio Vegetariano é um espaço virtual consagrado ao vegetarianismo. Aqui você vai encontrar artigos, livros, eventos, notícias, endereços, enfim, tudo o que for ligado ao vegetarianismo no Brasil e no mundo.
Também vai encontrar links para outros sítios (sites) que promovem o vegetarianismo ou que estejam de algum modo ligados ao tema.
Se você tiver alguma idéia, artigo, comentário, notícia, sinta-se à vontade para enviar para o Sítio Vegetariano, pois a idéia é agregar a todos formando uma grande rede.
Não nos responsabilizamos e/ou necessariamente concordamos com as opiniões expressas nos textos e matérias aqui publicados. Tampouco necessariamente concordamos com relatos de ações e fatos aqui publicados, sendo nosso objetivo tão somente divulgar notícias relativas ao vegetarianismo e suas várias vertentes com vistas ao enriquecimento do debate. Atuamos de acordo com as leis vigentes no país.”
Contato: sitioveg@gmail.com
A.59 Sociedade Mundo Vegan
Sítio eletrônicos: .
“Quem é a Sociedade Mundo Vegan?”
“A Sociedade Mundo Vegan (SMV) é um grupo de defesa dos direitos animais, não-governamental e sem fins lucrativos, com sede em Joinville – SC, ligado ao Instituto de Pesquisas Interdisciplinares para a Paz (InterPaz). O grupo tem como finalidade promover o fim da exploração humana sobre os animais. Sua perspectiva é abolicionista, pois acredita que devemos abolir toda forma de escravidão e exploração, humana e não-humana.”
“Por que a Sociedade Mundo Vegan existe?”
Esse movimento existe para levar as pessoas a uma cultura mais pacífica, porque considera todas as vidas com igual valor. “As necessidades de vivermos livres e sermos respeitados em nossas vidas, mesmo sendo diferentes, são iguais em todos os seres vivos. Todos devem ser respeitados em sua forma de ser.” O movimento é similar a outros já realizados na nossa história, como para nos libertar do racismo e do machismo. O abolicionismo trabalha para abolir o ‘especismo’, uma pessoa especista acredita que um ser que nasce numa espécie diferente da humana tem valor (hierárquico) menor. Uma postura anti-especista nos diz que não devemos explorar ou tirar a vida dos demais seres, somente por não nascerem humanos.
“Onde e como atuamos?”
Toda essa reflexão é feita em Joinville pela Mundo Vegan através do diálogo pacífico com cada uma das culturas da cidade. Mesclamos as tradições de nossa região com as teorias éticas de forma coerente e amistosa. Algumas outras atividades nossas são a tradução e publicação de livros estrangeiros; assessoria jurídica e a criação de projetos de leis de respeito aos animais. Também realizamos eventos mensais em espaços públicos, universidades, livrarias, promovendo e incentivando a criação de possibilidades de uma renovação cultural, para uma melhor qualidade de vida em sociedade.
Bilhões de animais são torturados e mortos a cada ano por serem considerados apenas mercadorias. Não feche os olhos para tanta crueldade. Aja! Contribua para a justiça ambiental!”
A.60 Sociedade Vegana
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
A Sociedade Vegana teve seu lançamento, em São Paulo, dia 14/03/2010 e seus membros fundadores são: Sônia T. Felipe, Leon Denis, Maurício Varallo, Silvana Andrade, Bruno Müller, Sérgio Greif e George Guimarães.
“A Sociedade Vegana é uma organização de base ideológica pacifista, tem por princípios o respeito aos Direitos Animais e ao modo de vida vegano e trabalha pela difusão destes. Acreditamos no princípio da igualdade entre espécies, tanto quanto cremos na igualdade de direitos entre seres humanos.
Somos uma organização independente, sem vínculos com outras organizações e formada por um pequeno grupo de voluntários. Nossas ações são concentradas na educação do ser humano, pois acreditamos que somente por meio da educação ocorre a reflexão, o questionamento e a transformação.”
“Nossos objetivos”
“A promoção dos direitos animais, ou seja, do reconhecimento de que animais são seres sencientes, que possuem  interesses próprios que devem ser respeitados e que não podem ser negligenciados em favor dos interesses humanos;
A abolição de todas as formas de exploração animal e da redução dos animais à condição de propriedade humana;
A promoção do modo de vida vegano, ou seja, o modo de vida que visa não utilizar produtos e serviços oriundos da exploração animal;
Trabalhar os diferentes aspectos do veganismo junto à sociedade, com ênfase à educação de jovens e adultos, à atuação junto ao mercado, organizações e mídia, de modo a esclarecer esses meios, bem como estimular transformações em favor do não uso de animais e derivados;
Estimular a pesquisa em relação aos temas pertinentes aos objetivos da sociedade.”
A.61 Sociedade Vegetariana Brasileira
Sítio eletrônico: .
“O que é a Sociedade Vegetariana Brasileira?”
“Somos uma sociedade sem fins lucrativos, organizada em âmbito nacional, que trabalha para que o vegetarianismo seja conhecido e aceito como uma opção alimentar benéfica para a saúde humana, dos animais e do planeta.”
“A SVB tem por objetivos: a promoção do vegetarianismo em todos os seus aspectos; a cooperação com organizações de âmbito local, regional, nacional e internacional com objetivos semelhantes.
Para alcançar esses objetivos a SVB se propõe a: estimular a formação de grupos e organizações que promovam a causa do vegetarianismo, bem como a cooperação entre esses grupos e organizações; promover e organizar eventos vegetarianos locais, regionais, nacionais e internacionais para divulgar e desenvolver o interesse pela causa do vegetarianismo e dar oportunidade para os vegetarianos se reunirem; estimular a pesquisa de todos os aspectos do vegetarianismo e a coleta e publicação de materiais sobre o tema; estudar e sugerir medidas que visem à segurança alimentar e nutricional; representar a causa do vegetarianismo em organismos locais, regionais, nacionais e internacionais; impetrar ações judiciais com o fim de preservar os objetivos dos presentes Estatutos; desenvolver materiais educativos sobre a causa do vegetarianismo e divulgá-los o mais amplamente possível; angariar fundos para a realização de seus objetivos e dar suporte aos membros e grupos filiados.”
A.62 Société Vegan
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Blogue francês com informações variadas sobre veganismo, desde produtos até textos.
A.63 The Vegan Ideal
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Blogue que trata da filosofia do veganismo e da relação entre veganismo e outras lutas políticas e sociais.
A.64 1RNet
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“Em 1959 William Russell e Rex Burch lançavam o livro The principles of humane experimental techniques. Nele, três princípios foram apresentados: reduction (redução), refinement (refinamento) e replacement (substituição). Conhecido como o “princípio dos 3Rs”, este princípio vem exercendo cada vez mais influência em grande parte da produção científica experimental, e tem sido incorporado nas políticas dos comitês de ética no uso de animais mundo afora.
A 1Rnet pauta suas ações e filosofia dentro do que se entende pelo R que realmente interessa no campo da ciência e da educação científica: Replacement (substituição). Acreditamos que o uso de animais para finalidades didáticas não deve ser objeto de refinamento ou redução. A substituição é assim reivindicada pelo fato de que no uso de animais para finalidades didáticas, outros recursos e abordagens existem e dão conta de ilustrar e simular com eficiência o que se pretende com determinadas práticas didáticas. Diferentemente do campo da pesquisa, o uso de animais para finalidades didáticas objetiva ilustrar fenômenos ou possibilitar práticas que já são conhecidas, e que precisam ser visualizadas ou exercitadas. No site da 1Rnet você verá que estudos acadêmicos vêm demonstrando que o emprego de novas tecnologias e abordagens que substituem o uso de animais no ensino é tão eficiente quanto, ou as vezes superior, comparado ao uso tradicional de animais.
E para além da proposta de apenas modernizar o ensino superior, a substituição do uso de animais na formação de qualquer profissional da área da saúde ou biológica deve ser conseqüência de uma discussão aberta e contextualizada do “porque” deste caminho a ser adotado. Isso implica sobretudo num movimento de humanização do ensino, através da problematização dos diversos temas envolvidos com o uso de animais para finalidades didáticas, e de sua resolução conjunta, envolvendo professores, estudantes e outras partes interessadas, de forma a incentivar na academia o espírito crítico e verdadeiramente científico, onde a técnica e os valores devam andar devidamente acompanhados.
Apesar do foco principal localizar-se sobre o uso didático-científico de animais no ensino superior, a 1Rnet também se posiciona contrariamente ao uso científico-experimental dos modelos animais, acreditando que novas tecnologias e abordagens podem entrar em cena no desenho experimental, e que mais pesquisas no desenvolvimento de métodos substitutivos, e de validação dos mesmos, se fazem cada vez mais urgente no Brasil, de forma a acompanhar uma tendência mundial de reduzir e abandonar o modelo animal.  Para isso vamos disponibilizar muito em breve uma sessão específica para o uso de animais na ciência.”
A.65 Vanguarda Abolicionista
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O grupo Vanguarda Abolicionista – VAL – existe informalmente há cerca de três anos em Porto Alegre, sendo que seus integrantes já coordenaram e/ou participaram do Dia Internacional dos Direitos Animais (10/12/06), Protesto Internacional Anti-Peles (13/02/07), Panfletagem na Expointer (1º/09/07), Protesto Mundial Contra o Comércio de Peles (03/11/07), Protesto no Circo Bremer (25/11/07), Dia Internacional dos Direitos Animais (11/12/2007), Protesto Internacional Anti-Peles (9 e 13/02/08), Manifestação pré-protesto na Expointer (24/08/2008), e Protesto na Expointer (25/08/2008). Militando em outros grupos, também participaram de ações e eventos específicos.”
Contato: vanguardaabolicionista@gmail.com
A.66 Vegan Abolitionist
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Blogue que apresenta uma perspectiva mais completa e aprofundada sobre as questões básicas sobre a abordagem abolicionista para os direitos animais e o veganismo.
A.67 Vegan Action
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“Vegan Action é uma organização sem fins lucrativos dedicada a ajudar os animais, o ambiente e a saúde humana, educar o público sobre os benefícios de um estilo vegano de vida e incentivar a difusão de opções de comida vegana através das nossas campanhas públicas de sensibilização.
Nossos esforços nos últimos 10 anos nos permitiram introduzir um logotipo vegano para certificar produtos veganos (Vegan Certification Campaign), começar uma campanha para introduzir as organizações humanas no veganismo (Humane Outreach Campaign), levar comida vegana para as escolas dos EUA (Dormfood Campaign) e partilhar ideias sobre veganismo com milhares de pessoas (McVegan Campaign).” (tradução livre)
Contato: information@vegan.org
A.68 Vegan Lunch Box
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Blogue de Jennifer McCann, escritora de livros de culinária que adora “empacotar” criativas refeições e encontrar nova maneira de comer seus vegetais. O objetivo é inspirar outras pessoas a alimentar com refeições 100% vegetais.
A .69 Vegan Outreach
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“Noventa e nove por cento dos animais abatidos nos Estados Unidos todos os anos são para o consumo humano. A Vegan Outreach está trabalhando para expor e acabar com a crueldade aos animais, através da distribuição generalizada de nossos folhetos ilustrados: Why Vegan?, Even If You Like Meat, eCompassionate Choices, juntamente com nosso Guide to Cruelty-Free Eating.
Como um ativista Vegan Outreach, qualquer pessoa, em qualquer lugar, em qualquer situação pode ser a melhor voz possível para os animais. Nossos folhetos foram distribuídos por muitos indivíduos e organizações, desde alunos do ensino médio até organizações de defesa animal (por exemplo, FARM, Farm Sanctuary, The Fund for Animals, In Defense of Animals, PETA, Mercy For Animals, etc.).” (tradução livre)
A.70 Vegan Society
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“A Vegan Society é uma instituição educacional que promove e apoia o estilo vegano de vida.
Veganismo é a forma de viver que procura excluir, tanto quanto possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade com os animais para alimentação, vestuário e qualquer outra finalidade.
A Sociedade foi fundada em 1944 por um grupo de vegetarianos que reconheceu as implicações éticas de se consumir ovos e laticínios.
A Vegan Society é o primeiro ponto de contato para novos veganos e aqueles que procuram informações, incluindo fornecedores, mídia impressa e televisiva, profissionais da saúde, professors e governantes.”
A Chefia Executiva mantém contato com departamentos governamentais e submete respostas aos documentos de consulta sobre temas como a rotulagem dos alimentos, mudanças climáticas, nutrição e segurança alimentar global.
Dois Ofícios de Informação pesquisam fatos em uma variedade de assuntos, incluindo alimentação, mudança climática e segurança alimentar global. Eles respondem a perguntas de membros individuais do público, fornecedores, fabricantes de alimentos, profissionais de saúde e muitos outros grupos. O trabalho de advocacia suporta veganos em situações vulneráveis, como quando no hospital, casas de cuidade e prisões.
Uma grande variedade de folhetos gratuitos, panfletos e fichas de informação está disponível para qualquer pessoa que a solicite. A Sociedade publica a revista trimestral The Vegan, bem como livros. A revista é enviada a todos os membros e é vendido em algumas lojas de alimentos saudáveis.
Nosso Ofício de Mídia e Imprensa responde a notícias e trabalha com jornalistas para promover histórias positivas sobre os benefícios do estilo vegano de vida. Os jovens são incentivados a questionar as origens e o impacto da sua comida por intermédio do trabalho do Ofício de Educação. Realizamos exposições e festivais, bem como palestras para uma variedade de organizações como parte de nosso trabalho de divulgação. Estudantes visitantes voluntários de todo a Inglaterra promovem o debate, fazem apresentações e demonstrações de culinária e de sensibilização para as questões veganas.
O Departamento de Mercadorias veganas apoia e promove o veganismo, vendendo produtos como livros de culinária vegan, publicações próprias da Sociedade e Veg 1, um suplemento especialmente concebido para veganos.
O Departamento de Desenvolvimento de Negócios trabalha com empresas para ajudá-las a promover seus produtos e serviços por meio de publicidade na revista The Vegan e por registros para todar a marca reconhecida internacionalmente. Isso também ajuda os veganos a reconhecer produtos vegetarianos instantaneamente.
Voluntários locais e Grupo de Contatos ao redor das ilhas britânicas ajudam a promover o trabalho da Sociedade, com o apoio da Coordernação Nacional de Contatos. A Coordenação Internacional, promove a cooperação entre os grupos veganos de todo o mundo.
A sociedade tem por objetivo tornar o veganismo facilmente adotado e amplamente conhecido para reduzir o sofrimento humano e animal e danos ambientais por meio do diálogo construtivo,  pacífico e efetivo com indivíduos e organizações.” (tradução livre)
Contato: info@vegansociety.com
A.71 Vegetarian and Vegan Foundation
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O Vegetarian & Vegan Foundation é uma instituição de caridade criada para acompanhar e explicar a quantidade crescente de pesquisas científicas  sobre dietas para a saúde, fornecendo informações precisas para se fazer escolhas informadas.
Nós regularmente comunicamos informações ao público, profissionais da saúde, escolas e fabricantes de alimentos com: lançamento de campanhas dinâmicas; produção de relatórios científicos inovadores; publicação de guias ilustrados para a ajudar a compreensão do público; produção de fichas simplificadas sobre temas complexos; contribuição regular com a aclamada revista Viva! Life; manutenção do Vegetarian Recipe Club com muitas dicas e receitas deliciosas que você pode até mesmo pesquisar de acordo com os seus ingredientes preferidos; e o teste Health MOT.”
Contato: info@vegetarian.org.uk
A.72 Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade
Sítio eletrônico: <http://veddas.org.br/&gt;.
Apresentação:
“O VEDDAS trabalha para promover a defesa dos direitos animais e difundir os argumentos em favor de uma alimentação e estilo de vida livres da exploração animal.
Um estilo de vida que contempla essa atitude de respeito a outros seres afeta diretamente a sociedade humana, uma vez que o respeito pelos direitos dos animais não-humanos está intimamente relacionado ao respeito pelos direitos dos animais humanos.
Ademais, a adoção de uma dieta vegetariana implica numa melhora da qualidade de vida e garante o futuro do nosso planeta para os animais humanos e não-humanos.
O VEDDAS existe graças ao empenho de muitos ativistas e o apoio de indivíduos, organizações e empresas. Nossa atuação abrange desde a produção de materiais informativos até a promoção de campanhas, protestos, eventos e outras ações educativas.
O VEDDAS entende que através da sensibilização e conscientização do indivíduo é possível gerar uma mudança efetiva na maneira como a nossa sociedade se relaciona com os animais não-humanos.
Em suas ações, o VEDDAS busca criar a oportunidade para que as pessoas dispostas a colaborar com esse trabalho se organizem e possam fazer a diferença.”
A.73 Veg 4 Life
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“O veg4life.org é um recurso da Associação Pelos Animais e pretende ser um veículo de promoção do vegetarianismo ético, contribuindo para minorar o sofrimento dos animais utilizados na indústria alimentar — indústria que representa, de longe, a maior causa de sofrimento animal a nível mundial.
Neste site, pretende-se informar e sensibilizar as pessoas para respeitarem os animais, adoptando uma dieta vegetariana. Pretende-se também fornecer informações úteis para quem quer ser vegetariano, para quem é vegetariano e para a promoção do vegetarianismo ético. É dado particular ênfase à questão da saúde, sendo para o efeito disponibilizadas informações rigorosas sobre saúde e nutrição numa dieta vegetariana.
O veg4life.org distingue-se por ter uma motivação clara para a promoção do vegetarianismo — o respeito pelos animais — e por tentar fornecer informações o mais isentas e fidedignas possível. Muitas vezes, na ânsia de chegar ao maior número possível de pessoas, quem promove o vegetarianismo deixa levar-se por algum sensacionalismo. A verdade é que “quando a esmola é muita, o pobre desconfia” e o resultado pode ser contraproducente. Por outro lado, pouco interessa que alguém adopte o vegetarianismo para desistir passado pouco tempo porque encontrou obstáculos ou porque não estava a sentir-se bem. Apenas com informação correcta e completa sobre o que esperar da dieta vegetariana, incluindo as dificuldades que se poderão encontrar, podemos esperar obter um êxito sustentado a médio e longo prazo na promoção do vegetarianismo ético e consequente redução do sofrimento animal.”
Contato: geral@pelosanimais.org.pt
A.74 Verde Tiras
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
“VerdeTiras: mais um blog de tirinhas” é uma criação de Sergio Antonio Ulber.
As primeiras tiras foram criadas baseadas na obra Assim Falou Zaratustra, de F. W. Nietzsche, enquanto concluía os compromissos acadêmicos no final de 2008. A proposta era adequar a linguagem usada pelo filósofo para uma forma contemporânea de expressão, sugerir uma interpretação e aplicá-las em pontos de ônibus (foto abaixo). O objetivo disso era incentivar a leitura e o conhecimento popular às obras de renomados autores, criar uma intervenção urbana e utilizar uma mídia alternativa para fugir das tradicionais publicações em livros, revistas, jornais e sites.
A.75 Vida Vegan
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
Portifólio de Alan Chaves, cozinheiro vegano, e seus projetos do Vida Vegan, uma iniativa de divulgação do vegetarianismo iniciada em 2002.
A.76 Vista-se
Sítio eletrônico: .
Apresentação:
O projeto “Vista-se” gera inúmeros materiais e campanhas amplamente divulgados através da internet. É mantido por Fábio Chaves (publicitário interativo, comunicador especializado em internet e músico), Bruno Muller (historiador pela UFRJ e doutorando pela UERJ), Renata Octaviani (formada em Direito e culinarista vegana), Rafael Jacobsen (físico, professor, escritor, poeta, músico e coordenador da SVB em Porto Alegre) e Rogério Rothje (redator da agência de publicidade Comunicação Explícita).
Contato: fabiochaves.net@gmail.com
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B. Artigos, pesquisas e publicações (meta e pro veganos)
Os artigos disponíveis na internet sobre a temática vegetarianismo e veganismo estão escritos nas mais diversas linguagens – científica, filosófica e religiosa. Os que seguem referenciados são de autores diferentemente formados, graduandos e graduados, reconhecidos e iniciantes, bem-estaristas e abolicionistas.
ABOGLIO, Ana María. Técnica de apropriação discursiva. Tradução Regina Rheda. 13 jul. 2007. Disponível em: . Acesso em: 21 mar. 2010.
_________. Violência episódica e violência estrutural: biopolíticas para o animal de companhia. 13 out. 2009. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2010.
__________. Direitos animais: o enfoque abolicionista. 01 dez. 2009. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2010.
AKERS, Keith. São os cristãos vegetarianos? 23 out. 2009. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2010.
ALMEIDA, Julia Aschermann Mendes de. A ética ambiental de Tom Regan: crítica, conceitos, argumentos e propostas. In: ethic@, Florianópolis, v.5, n.3, p. 147-151, Jul 2006. Disponível em: . Acesso em: 21 mar. 201o.
ALVES, Marcelle Batista. O prato nosso de cada dia. 14 dez. 2007. Disponível em: . Acesso em: 21 mar. 2010.
AMBIENTE BRASIL. Tráfico de animais silvestres. 19 out. 2009. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2010.
ANIMAIS EXCEPCIONAIS. Peixes felizes: como são e do que precisam. 30 jan. 2010. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2010.
__________. Caranguejos, lagostas e camarões. 04 fev. 2010. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2010.
__________. Porcos felizes: como são e do que necessitam. 09 fev. 2010. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2010.
__________. Polvos e lulas felizes: como são e do que precisam. 12 fev. 2010. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2010.
ARTÉSE, Léo. O espírito animal. 29 abr. 2009. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2010.
BAGÉS, Virgínia. Tranquilizando os animais nas festas de fim de ano. 30 dez. 2009. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2010.
BARRETO, Felicitas B. A tragédia dos ursos na China. 11 dez. 2009. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2010.
BASTOS, Paulo Antônio de. A violência contra os animais. 07 set. 2009. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2010.
BECKERT, Cristina. A ética e os animais. 05 out. 2009. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2010.
BENEDETI, Marcel. Evolução da alma dos animais. 20 mar. 2009. Disponível em: . Acesso em: 09 mar. 2010.
BESSA, Angélica. Horror sem fim. 12 abr. 2009. Disponível em: . Acesso em: 09 mar. 2010.
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__________. Quem vai à caça não perde o lugar. Tradução Anna Cristina Reis Xavier. 18 jan. 2009. Disponível em: . Acesso em: 21 mar. 2010.
__________. Para acabarmos com a ideia de natureza e reatarmos com a ética e a política. Tradução Anna Cristina Xavier. 13 fev. 2009. Disponível em: <>. Acesso em: 21 mar. 2010.
__________. A predação, símbolo da natureza. Tradução Anna Cristina Reis Xavier. 25 fev. 2009. Disponível em: <>. Acesso em: 21 mar. 2010.
__________. Coelhos sem documentos. Tradução Juliana Marques. 21 jul. 2009. Disponível em: . Acesso em: 21 mar. 2010.
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C. Documentários e vídeos
C.01 A carne é fraca
“O Instituto Nina Rosa – Projetos por Amor à Vida – lançou no dia 12 de novembro, durante o 36º Congresso Vegetariano Mundial – que aconteceu entre os dias 8 e 14 deste mês, no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC) – o documentário ‘A Carne é Fraca’.
Feito em quatro idiomas – português, francês, inglês e espanhol – o vídeo, que será distribuído para 400 organizações em todo o mundo, conta toda a ‘trajetória de um bife’, desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro. ‘Muitas pessoas contribuem com a indústria da crueldade, que implica em danos sérios à saúde humana e ao meio ambiente, sem ter conhecimento disso. Nossa intenção é informar para que o cidadão possa fazer escolhas conscientes’, explica Nina Jacob, presidente do Instituto.
Ao longo de 54 minutos, sob a direção de Denise Gonçalves, o documentário mostra aspectos da indústria da carne de aves e gado que normalmente não são divulgados. Além disso, também conta com depoimentos de técnicos ambientais, médicos, pediatras, de jornalistas como Washington Novaes, Dagomir Marquezi e Flávia Lippi; da socióloga Marly Winckler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira e da veterinária Rita de Cássia Garcia.
Um dos destaques do trabalho é o impacto ambiental. Segundo este documentário, a região amazônica tem sido seriamente prejudicada pela pecuária, que ocupa uma extensão de terra, cada vez maior acarretando desmatamento e poluição de recursos hídricos.
Foram oito meses de pesquisa e filmagens em abatedouros considerados ‘modelos’ nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Quem assistir ao vídeo verá que os animais são criados em pequenos espaços para que não gastem energia e, assim, apressar a engorda do boi, antecipando o abate. E também vai conhecer o processo de produção do ‘baby beef’, em que os bezerros são separados das mães logo ao nascer.
Na análise de Nina Jacob, este trabalho será um divisor de águas para o consumidor brasileiro. ‘As pessoas ainda acreditam que o gado, por exemplo, é criado livre nos pastos, sem causar danos ambientais. Este trabalho é um direito do consumidor’, finaliza.” Texto disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2010.
O documentário encontra-se disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2010. Ou ainda no Youtube, dividido em 02 partes (acessos em: 16 mar. 2010):
Parte 01: ;
Parte 02: .
C.02 A shocking look inside chinese fur farms
“Esfolados vivos”
“Quando investigadores disfarçados entraram em fazendas de pele chinesas, descobriram que muitos animais estão ainda vivos e lutando desesperadamente quando os trabalhadores enfiam-lhes ganchos em suas costas ou penduram-lhes por suas patas ou caudas para arrancar a pele deles. Quando os trabalhadores começam a cortar a pele e couro da pata de um animal, os membros soltos se contorcem e debatem. Os trabalhadores forçam pescoços e cabeças dos animais que lutam se batem demais, para permitir um corte limpo.
Quando a pele é finalmente arrancada por sobre as cabeças dos animais, seus corpos nus e ensanguentados são jogados em uma pilha daqueles que vieram antes deles. Alguns ainda estão vivos, respirando em suspiros ásperos e piscando lentamente. Alguns dos corações dos animais ainda batem de cinco a dez minutos depois de serem esfolados. Um investigador gravou um guaxinim esfolado na pilha de cadáveres que tinha força suficiente para levantar a cabeça sangrando e olhar para a câmera.
Antes de serem esfolados vivos, os animais são retirados das suas jaulas e atirados ao chão; os trabalhadores batem neles com hastes de metal ou os batem em superfícies duras, causando fraturas de ossos e convulsões, mas a morte nem sempre é imediata. Os animais assistem impotentes, como os trabalhadores executam as ações fatais.”
“O que há por trás”
Investigadores disfarçados da Swiss Animal Protection / EAST International visitaram fazendas de peles na Província de Hebei, na China, e rapidamente se tornou claro o porquê de serem proibidas as visitas. Não existem regulamentos que regem as fazendas de peles na China, agricultores podem abrigar animais para abate bem como entenderem. Os investigadores descobriram horrores além de suas piores imaginações e concluíram, ‘as condições nas fazendas de peles chineses fazem uma paródia das mais elementares normas de bem-estar animal. Em suas vidas e suas mortes indizíveis, a estes animais têm sido negados até mesmo os mais simples atos de bondade.’”
“Vivendo no inferno”
“Nessas fazendas, raposas, martas, coelhos e outros animais tremem em gaiolas de arame ao ar livre, expostas a chuva, noites geladas e, em outros momentos, sol abrasador. Mães animais, que são levados à loucura devido o manuseio áspero e o confinamento intenso e não têm onde se esconder durante o parto, muitas vezes, matam seus bebês após o nascimento deles.
“Há um esqueleto no seu armário?”
“A globalização do comércio de peles tornou impossível de saber de onde vêm os produtos de peles. A China fornece mais da metade das peças de vestuário de peles disponíveis nos Estados Unidos. Mesmo se rotulada, uma roupa de peles que diz que ela foi feita em um país europeu, os animais foram provavelmente criados e abatidos em outro lugar, eventualmente, em uma fazenda de peles chinesa não regulamentada.
A única maneira de evitar a crueldade inimaginável, é nunca usar qualquer pele.”
Texto e vídeos disponíveis em: . Acesso em: 16 mar. 2010.
C.03 Behind the mask: the story of the people who risk everything to save animals
Documentário de 2006 sobre o Animal Liberation Front. Foi criado pela advogada defensora dos direitos animais Shanon Keith, que passou três anos filmando, entrevistando e editando o filme. Sua intenção era combater as perseguições que a mídia fazia ao movimento dos direitos animais.
C.04 Earthlings
“Documentário estadunidense de 2005, escrito, produzido e dirigido por Shaun Monson e co-produzido por Persia White.
É narrado pelo ator e ativista dos direitos animais Joaquin Phoenix, que também é vegano e membro da PETA, maior organização de defesa dos direitos animais do mundo. A trilha sonora foi composta exclusivamente para o documentário pelo músico Moby.
O filme mostra como funcionam as fazendas industriais e relata a dependência da humanidade sobre os animais para obter alimentação, vestuário e diversão, além do uso em experimentos científicos. Compara o especismo da espécie humana com outras relações de dominação, como o racismo e o sexismo.
O filme faz estudo detalhado das lojas de animais, das fábricas de filhotes e dos abrigos para animais, assim como das fazendas industriais, do comércio de peles e de couro, das indústrias da diversão e esportes, e finalmente, do uso médico e científico.
Terráqueos usa câmeras escondidas para detalhar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, todas visando o lucro com os animais.
O documentário levou cinco anos para ser produzido e, o que começou como uma série de uma campanha de conscientização pública sobre castração de animais de estimação, se tornou um longa-metragem que buscou tratar de cada tema principal relacionado com os animais.
Shaun Monson começou as filmagens para as campanhas de conscientização na Califórnia, no Estados Unidos. Assim que as filmagens terminaram, Monson passou a se interessar por outras áreas correlatas, como alimentação e pesquisa científica. Nesse meio tempo, ele acumulou uma pequena biblioteca, colhida em várias organizações, e começou a escrever um roteiro.” (Texto disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2010.)
Disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2010.
C.05 Food Inc.
O documentário Food Inc apresenta a realidade por trás das indústrias de alimentos, que dificultam ao máximo que os consumidores saibam a verdadeira origem do que estão comprando ou ingerindo. A realidade que a indústria pretende esconder a todo custo é baseada em um cenário perverso: uma vida de sofrimento, tortura e confinamento de animais que são explorados para o consumo humano. O filme foi produzido e dirigido por Robert Kenner. Em inglês.
Sítio eletrônico official: .
C.06 Meatrix
A animação Meatrix foi feita pela empresa de comunicação ambientalista Free Range Studios em 2003 como parte integrante de um projeto conjunto para o CPAGE – Centro de Pesquisa e Ação Global para o Ambiente (do inglês Global Resource Action Center for the Environment).
Em uma sátira de “Matrix”, Leo, um porco de uma pequena fazenda familiar, é chamado por um touro antropomórfico, Moopheus, que mostra a ele que a fazenda em que ele vive e conhece é uma ilusão e que ele está realmente sob domínio de uma terrível ‘fazenda industrial’. O objetivo da animação, assim como das suas continuações (The Meatrix II: Revolting e The Meatrix II ½) é fazer com que os consumidores utilizem apenas alimentos orgânicos e carne caipira.
Sítio eletrônico oficial: .
C.07 Meat the Truth
“O documentário Meat the Truth é o primeiro grande projeto realizado pela Fundação Nicolaas G. Pierson.Meat the Truth é um documentário de alto perfil, apresentado por Marianne Thieme (líder do Partido para os Animais), que constitui um adendo aos filmes anteriores sobre as alterações climáticas. Apesar de terem conseguido chamar a atenção do público, de forma convincente, para a questão do aquecimento global, têm ignorado repetidamente uma das mais importantes causas de alterações climáticas, nomeadamente: a produção animal intensiva. Meat the Truth chamou a atenção para isso, demonstrando que a criação de gado gera mais emissões de gases de efeito estufa que todos os carros, caminhões, comboios, barcos e aviões somados em todo o mundo.
A Fundação Nicolaas G. Pierson optou por compilar as melhores informações científicas sobre a mudança climática e pecuária, atualmente disponíveis e traduzir isso para um público mais amplo. O filme foi produzido por Claudine Everaert e Gertjan Zwanikken. Os cálculos sobre as emissões de gases usados no filme derivam e têm sido validados pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), pelo World Watch Institute, pelo Instituto de Estudos Ambientais da Universidade Livre de Amsterdam e por várias outras fontes autorizadas.
Personalidades holandesas bem conhecidas, como Anthonie Kamerling, Verbaan Georgina, Schiffmacher Henk, Kroonenberg Yvonne, Karen van Holst Pellekaan, Wim.T.Schippers e Dolf Jansen, participaram na elaboração da versão em holandês deste documentário, que já foi considerado melhor do que o de Al Gore, ‘Uma Verdade Inconveniente’ pelos editores científicos do jornal diário holandês de qualidade, o NRC Handelsblad.
Entretanto, a Fundação Nicolaas G. Pierson também produziu uma versão internacional do Meat the Truth. Este filme em Inglês é melhor adaptado a um público internacional e usa cálculos sobre a poupança de carbono que pode ser obtida com uma redução no consumo de carne com base na dieta estadunidense, ao invés da holandesa.
Muitas celebridades bem conhecidas, como Pamela Anderson, Bill Maher, James Cromwell, Emily Deschanel, Tony Denison, Esai Morales, Blake Megan, Debra Wilson Skelton, Elaine Hendrix, Kate Flannery, Leifer Carol, Lauren Joy, Hal Sparks, Constance Marie , Kristina Klebe, Skyler Gisondo, Graham Patrick Martin, Greg Vaughan e Touriya Haoud Vaughan, participaram na elaboração da versão internacional do filme.
Com este documentário, a Fundação Nicolaas G. Pierson espera fazer uma contribuição para o debate sobre dieta baseada em vegetais – e, portanto, mais amiga dos animais – e sociedade. Além disso, a Fundação também antecipa que o filme irá fornecer uma importante vitrine para os relatórios científicos sobre pecuária e alterações climáticas, que, infelizmente, até agora, mostrou-se inacessível ao público em geral.
A estreia mundial foi realizada em 10 de dezembro de 2007 no cinema Tuschinski em Amsterdam. A versão internacional do filme estreou no Odeon West End Cinema em Leicester Square, Londres, em 19 de maio de 2008 e, desde então, também teve sua estréia nos E.U.A. Egyptian Theatre, Hollywood, Los Angeles, durante o Artivist Film Festival em 3 de outubro de 2008.” (Disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2010.)
Vídeo disponível em:   ou em . Acessos em: 16 mar. 2010
C.08 Não matarás: os animais e os homens nos bastidores da ciência
“Quando você toma um remédio, sabe como ele foi criado?
Quando você passa batom, sabe realmente o que está colocando em seus lábios?
Lanolina, queratina, ácidos graxos…de onde vêm as substâncias que deixam seus cabelos macios e sua roupa ainda mais branca?
A cada dia, o consumidor tem produtos novos à sua disposição nas prateleiras do supermercado. O apelo ao consumo é cada vez maior e os lançamentos sempre vendem uma nova fórmula mágica. Mas o que é necessário para que esses produtos tenham seu consumo permitido?
Por trás dos rótulos atraentes e das promessas de efeito miraculosos está o sofrimento dos animais que serviram como cobaias dos testes necessários para que esses produtos cheguem até você. O resultado desses testes, cada dia mais contestados, é extrapolado para humanos, e sua eficácia está sendo cada vez mais questionada. Eles são seguros para o ser humano? Até quando casos como o da Talidomida continuarão a acontecer?
Este será o tema principal do documentário ‘Não matarás: os animais e os homens nos bastidores da ciência’, a nova produção do Instituto Nina Rosa – Projetos por Amor à Vida. Através de depoimentos de pesquisadores, filósofos, biólogos, médicos, alunos e professores de ciências médicas, saberemos o que acontece nos laboratórios de pesquisa no Brasil e no mundo. Outros temas correlatos – o uso de animais no ensino, o medo dos estudantes em expressar sua rejeição a esses métodos cruéis, a continuidade de um pensamento acadêmico já ultrapassado – também estarão presentes no documentário, que pretende traçar um painel esclarecedor e questionador sobre a necessidade do uso de animais na indústria, na pesquisa e no ensino, diretamente relacionados com o nosso cotidiano.” (Texto disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2010.)
Documentário disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2010. Ou no Youtube, dividido em 07 partes (acessos em: 16 mar. 2010):
Parte 01: ;
Parte 02: ;
Parte 03: ;
Parte 04: ;
Parte 05: ;
Parte 06: ;
Parte 07: .
C.09 The Cove
“Nos anos 60, Richard O’Barry era a maior autoridade mundial no treino de golfinhos, trabalhando no cenário da popular série de televisão “Flipper”. Diariamente, O’Barry mantinha os golfinhos a trabalhar e os tele-espectadores a sorrir. Mas um dia, tudo acabou de forma trágica… Esta e a incrível e verdadeira história de como Richard O’Barry, o realizador Louie Psihoyos e uma equipa de activistas, cineastas e mergulhadores de elite embarcam numa missão secreta para penetrar numa enseada escondida no Japão, trazendo para a luz do dia uma terrível e negra realidade. E os mistérios que desvendam eram apenas a ponta do iceberg…”
Sítio eletrônico oficial: .
Fonte: Vista-se
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