Archive for the ‘Ativismo’ Category

Salvando o coelho da raposa [1]

Steve F. Sapontzis
Tradução: Fátima Romani e André Luiz Pereira

Revisão técnica: Luciano Carlos Cunha

Nas discussões sobre direitos animais, a questão da predação é geralmente abordada tanto como uma racionalização da nossa matança dos animais ou como base para uma objeçãoredutio ad absurdum (“mostrando a que tolice isso pode conduzir”) à reivindicação de que nós somos moralmente obrigados a diminuir o sofrimento animal evitável e injustificado. A racionalização toma a forma “já que eles predam uns aos outros, nós estamos moralmente justificados a predá-los”. Esta resposta, “Deixe colherem o que semeam!” como dirigida à questão dos direitos animais, foi abordada no capítulo 6[1]. A Reductio, que será o objeto deste capítulo, toma então a seguinte forma: Continuar a ler

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Anima nobili x Anima vili: nós, os senhores do universo e os outros animais, nossos escravos…

por Paula Brügger

Diversos autores1 têm demonstrado, de forma contundente, como são problemáticos os dados provenientes da vivissecção – a realização de operações ou estudos em animais vivos para a observação de determinados fenômenos. Sob o ponto de vista ético a vivissecção é ainda mais insustentável, embora seus praticantes insistam em defendê-la se valendo de argumentos que, em maior ou menor grau, são improcedentes2. O mais comum e tosco deles – repetido ad nauseam – geralmente se expressa na famosa pergunta: – se não testarmos em animais testaremos em pessoas, ou em criancinhas? (como se não existissem alternativas ou métodos substitutivos e como se os seres humanos não fizessem parte de etapa alguma da pesquisa, entre outras considerações). Continuar a ler

Abolicionismo Animal

Texto sobre Abolicionismo Animal feito para a apostila do 1° Educaveg – reunião de veganos, vegetarianos e onívoros de Assis e região, realizada pelo coletivo V.I.D.A. (Veículo de Intervenção pelo Direito Animal) em conjunto com a Fábrica da Leitura

Assim como o racismo afirma a superioridade de um grupo racial sobre outro, e o sexismo a superioridade de um sexo perante outro, o termo ESPECISMO significa julgarmos uma espécie superior a outra. Na escravidão animal, o especismo qualifica e justifica a exploração de animais não-humanos por animais humanos. Assim como os brancos tentaram impor-se sobre os negros (racismo), ou os homens sobre as mulheres (sexismo), hoje nós, humanos, tentamos nos impor sobre outras espécies de animais não-humanas. Tornando-as simples objetos e mercadorias, sem valor inerente, ou seja, o valor de suas vidas está diretamente relacionado ao uso que nós fazemos dela. Deixamos, portanto, de considerar o interesse desses animais em sua própria vida e liberdade. Continuar a ler

Os animais têm que permanecer amarrados

por Marcio de Almeida Bueno

Pois os humanos têm o estranho fascínio de conter os animais não-humanos, acorrentar, acoleirar, prender, confinar, amarrar, colocar grilhões, cabresto, para impedir a livre movimentação. Para impedir que vá embora. Para manter dentro das fronteiras de sua propriedade. Para a ave que ainda pode escolher a rota de vôo, e especificamente pode voar, há uma que vê o mundo através das gradezinhas de um aquário – uma gaiola, olho como o derradeiro fiapo de liberdade. Cardumes rodam sem mapa de navegação, mas os atuns já ganharam seu chiqueiro, para que não saiam das bordas de um proprietário, tolhidos da possibilidade de, oceano extenso, ir em frente. Mas não se permite. Continuar a ler

Vanguarda Abolicionista faz protesto no 1º de Maio

Fotos: Leonardo Rocha e Rafael Santini

O grupo Vanguarda Abolicionista se fez presente junto às atividades promovidas pela CUT por ocasião do 1º de Maio, Dia do Trabalhador, neste sábado. No espelho d’água da Redenção, em Porto Alegre, foi montado palco para shows de hip-hop e de música gaúcha, com bandeiraço da CUT, sindicatos e partidos da esquerda, e gravação do programa de TV ‘Coisas do Sul’. Desde as 8h, houve farta distribuição de material político para o público presente, e a Vanguarda Abolicionista marcou presença com uma faixa escrito ‘Libertação Animal’ e dois banners coloridos, contra o consumo de carne e contra o uso de couro.

Os frequentadores do parque, muitos com seus animais de estimação, se mostraram simpáticos ao discurso abolicionista, apesar do estranhamento das imagens e mensagens, à primeira vista. Entre os ativistas, a nutnicionista Claudia Lulkin cativava os passantes com uma conversa provocativa mas envolvente. Uma professora aposentada parou para conversar, e contou que certa vez, em Bagé, esteve em uma palestra sobre animais, e na hora das perguntas pegou o microfone para reclamar que a palestrante usava casaco de Chinchilla. “Depois até fui advertida, por ter causado constrangimento. Mas quantos animais foram mortos só para ela usar um casaco? E depois dá palestra falando de animais”, aponta.

Populares também se aproximaram para pedir orientação em casos envolvendo animais. “Abandonaram um pitbull em frente ao Colégio Luciana de Abreu, e agora ele circula pela Jerônimo de Ornelas, com moradores de rua. Liguei para a Prefeitura e para outros órgãos, e ninguém quis se responsabilizar”, reclamou uma passante. Os ativistas tomaram nota das informações e explicaram que o resgate poderia ser feito por voluntários da proteção animal, que agem com seus próprios recursos.

O deputado estadual Raul Carrion, do PC do B, passou para cumprimentar os ativistas, e recebeu de presente um DVD do documentário ‘Não Matarás’, produzido pelo Instituto Nina Rosa. O ministro da Justiça, Tarso Genro, estava a poucos metros do local, mas não chegou a travar contato com o grupo, que já aguardava com um kit de materiais para entrega.

A mobilização se encerrou perto das 14h, com saldo positivo pelos contatos realizados e o volume de panfletos distribuído, inclusive na tradicional Feira Orgânica, que acontecia junto ao Parque da Redenção. O sábado frio, mas com Sol forte, foi dedicado aos trabalhadores humanos e, pela ação da VAL, aos não-humanos.

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Mobilização mundial contra a Vivissecção

No sábado, 24 de abril de 2010 ativistas de todo o país, assim como muitos do exterior, se reunirão em Londres para marcar o Dia Mundial de Animais em Laboratórios.

ANIMAL Nota: No ano passado, e por acreditar que ter um dia *do* Animal de Laboratório não soava bem e não era justo, um grupo de Organizações e Coligações de Organizações Europeias, onde a ANIMAL se inclui, acordou que o dia passaria a chamar-se “Dia Contra o Uso de Animais em Laboratórios”.


O ConsciênciaVeg com a participação dos grupos Ativeg e Holocausto Animal e com o apoio da ANDA (Agência de Notícias do Direito Animal), do Instituto Nina Rosa e da Sociedade Vegetariana Brasileira realizará uma manifestação pelo fim do emprego de animais para fins acadêmicos, científicos ou industriais.
Desta forma, simultaneamente a diversos países por todo o mundo, os ativistas brasileiros emprestarão sua voz para os que não tem voz nem vez.
Convidamos a todos para que compareçam e unam suas forças por esta causa.
Nós somos a diferença!
Fonte: AtiVeg



25 de Abril,  Domingo, às 10h00, na Av. Paulista (em frente ao MASP).











Condado de Albany, NY

Manifestantes protestam contra testes em animais nos Estados Unidos

No condado de  Albany, Nova York, Estados Unidos, um grupo protestou pelos direitos animais no sábado, 17, chamando a atenção para a realização de testes em animais no Albany Medical Center.
Grupo pediu o fim dos testes em animais (Foto: Fox 23 News)
O grupo, Adirondack Animal Rights, diz que milhões de animais são mortos todos os anos em laboratórios de pesquisa.
Eles acreditam que existem formas alternativas ao teste em animais, inclusive modelos matemáticos.
A Albany Med diz que continuará a realizar os testes em animais, dizendo que a prática leva à melhorias no trato de doenças, e que 99% dos testes são feitos em camundongos e ratos.


Com informações de Fox 23 News

Nota da Redação: Não existe justificativa para a realização de testes em animais. A tecnologia existe, e seria bem mais desenvolvida se os cientistas não estivessem se prendendo a realizar testes em animais, que são seres sencientes, e sofrem como nós.
Logo da ANDA » Agência de Notícias de Direitos Animais



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Manifesto marca lançamento da Sociedade Vegana

Com palestra da filósofa e ativista Sônia T. Felipe, “Filosofia dos direitos animais: a ética vegana e suas implicações”, será oficialmente lançada hoje, às 16h45, no restaurante Vegethus Consolação, em São Paulo,  a Sociedade Vegana.
Os membros fundadores divulgaram hoje o Manifesto que já está disponível no site da Sociedade Vegana.
Leia na íntegra abaixo: Continuar a ler