Posts Tagged ‘crimes’

Anima nobili x Anima vili: nós, os senhores do universo e os outros animais, nossos escravos…

por Paula Brügger

Diversos autores1 têm demonstrado, de forma contundente, como são problemáticos os dados provenientes da vivissecção – a realização de operações ou estudos em animais vivos para a observação de determinados fenômenos. Sob o ponto de vista ético a vivissecção é ainda mais insustentável, embora seus praticantes insistam em defendê-la se valendo de argumentos que, em maior ou menor grau, são improcedentes2. O mais comum e tosco deles – repetido ad nauseam – geralmente se expressa na famosa pergunta: – se não testarmos em animais testaremos em pessoas, ou em criancinhas? (como se não existissem alternativas ou métodos substitutivos e como se os seres humanos não fizessem parte de etapa alguma da pesquisa, entre outras considerações). Continuar a ler

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Vanguarda Abolicionista faz protesto no 1º de Maio

Fotos: Leonardo Rocha e Rafael Santini

O grupo Vanguarda Abolicionista se fez presente junto às atividades promovidas pela CUT por ocasião do 1º de Maio, Dia do Trabalhador, neste sábado. No espelho d’água da Redenção, em Porto Alegre, foi montado palco para shows de hip-hop e de música gaúcha, com bandeiraço da CUT, sindicatos e partidos da esquerda, e gravação do programa de TV ‘Coisas do Sul’. Desde as 8h, houve farta distribuição de material político para o público presente, e a Vanguarda Abolicionista marcou presença com uma faixa escrito ‘Libertação Animal’ e dois banners coloridos, contra o consumo de carne e contra o uso de couro.

Os frequentadores do parque, muitos com seus animais de estimação, se mostraram simpáticos ao discurso abolicionista, apesar do estranhamento das imagens e mensagens, à primeira vista. Entre os ativistas, a nutnicionista Claudia Lulkin cativava os passantes com uma conversa provocativa mas envolvente. Uma professora aposentada parou para conversar, e contou que certa vez, em Bagé, esteve em uma palestra sobre animais, e na hora das perguntas pegou o microfone para reclamar que a palestrante usava casaco de Chinchilla. “Depois até fui advertida, por ter causado constrangimento. Mas quantos animais foram mortos só para ela usar um casaco? E depois dá palestra falando de animais”, aponta.

Populares também se aproximaram para pedir orientação em casos envolvendo animais. “Abandonaram um pitbull em frente ao Colégio Luciana de Abreu, e agora ele circula pela Jerônimo de Ornelas, com moradores de rua. Liguei para a Prefeitura e para outros órgãos, e ninguém quis se responsabilizar”, reclamou uma passante. Os ativistas tomaram nota das informações e explicaram que o resgate poderia ser feito por voluntários da proteção animal, que agem com seus próprios recursos.

O deputado estadual Raul Carrion, do PC do B, passou para cumprimentar os ativistas, e recebeu de presente um DVD do documentário ‘Não Matarás’, produzido pelo Instituto Nina Rosa. O ministro da Justiça, Tarso Genro, estava a poucos metros do local, mas não chegou a travar contato com o grupo, que já aguardava com um kit de materiais para entrega.

A mobilização se encerrou perto das 14h, com saldo positivo pelos contatos realizados e o volume de panfletos distribuído, inclusive na tradicional Feira Orgânica, que acontecia junto ao Parque da Redenção. O sábado frio, mas com Sol forte, foi dedicado aos trabalhadores humanos e, pela ação da VAL, aos não-humanos.

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Matéria em jornal brasileiro faz apologia à crueldade contra animais

Foi com muito espanto que lemos uma matéria sobre animais em circos, publicada domingo (21) no jornal Folha de S. Paulo, que nada falou sobre a realidade,  apenas mostrou uma visão distorcida, preconceituosa e falaciosa sobre a condição exploratória dos animais de picadeiro.

Em primeiro lugar, é importante relembrar que não é descabida a proibição em sete estados e em mais de 50 municípios brasileiros da apresentação de animais em circo. Essas leis foram promulgadas, inclusive, para atender ao clamor da sociedade, que não concorda com o abuso de animais em espetáculos circenses. Uma pesquisa, a que tivemos acesso, realizada a pedido do Ibama e jamais divulgada, comprova que mais de 90% da população do Brasil é contra animais em circos. Isto já demonstra que o público tem ideia de qual é o preço da existência de animais domésticos e selvagens embaixo da lona.
Para quem não sabe, a rotina diária desses animais inclui: treinamentos contínuos e forçosos por meio de espancamentos, mutilações e aplicação de choques elétricos, privação de alimento, confinamento com correntes e em jaulas minúsculas, entre outras crueldades escondidas sob as luzes e cores dos espetáculos.
Os elefantes, que na natureza caminham cerca de 40 km por dia, nos circos vivem permanentemente acorrentados. Foto: sem crédito

Couro é pele? É orgânico? É mais chique e resistente? Vem da vaca que se come?

vacaCOURO = PELE = MORTE!
Couro é pele que foi arrancada de um animal (muitas vezes ainda vivo, dependendo da técnica utilizada para a esfola). Couro não é artigo de luxo, é carcaça de animal morto, cheia de produtos químicos, altamente tóxicos, para esta não apodrecer.

O que sobra desta indústria do couro acaba a ser lançado às nossas terras e águas. Proveniente da exploração humana, os empregados que trabalham no curtume do couro, ficam doentes devido a esses químicos utilizados.

No entanto existem muitas alternativas: nylon, algodão, flanela, fibras sintéticas, poliester, seda sintética, etc. Saiba mais sobre o este tipo de “material”. Continuar a ler

lOGORAMA – Curta vencedor do Oscar 2010 onde McDonald’s é um assassino fugitivo da polícia.

Imagine uma cidade habitada porpersonagens inseridos nas logo marcas das principais empresas do mundo. Um lugar onde os bonecos da michelan são policiais, Ronald McDonald’s um criminoso, assaltante procurado que sequestra e atira em criançinhas, a atendende da lanchonete é uma simpática atendende da Esso.

Bem vindo ao LOGORAMA, curta metragem ganhador do oscar 2010.

O mais interessante é a mensagem subliminar de que Ronald McDonald’s ser o grande vilão da história, destruir estabelecimentos(Inclusive de seus concorrentes, Pizza Hut, Starbucks, Burguer King etc…)

Na história Ronald McDonald’s é um fugitivo da polícia (Bonecos da Michelan) que sai por toda Hollywood destruindo coisas e lugares, um perfil totalmente sem escrupolos que faz uso de metralhadoras e furtos de carros e motos.

Uma ótima animação.

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via VEGAN – Direitos dos animais em questão..

Caça à baleia cria efeito de estufa

Caça à baleia cria efeito de estufa

Cientistas estimam que impacto do CO2 libertado em 100 anos equivale a 130 mil km de florestas destruídas.

Ao longos do último século, a caça à baleia resultou na libertação de uma quantidade de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera equivalente à destruição de 130 mil quilómetros quadrados de florestas.

A afirmação foi feita na passada quinta-feira por Andrew Pershing, um especialista norte-americano que trabalhou vários anos com uma equipa da Universidade de Maine para calcular a “pegada” de CO2 de décadas de caça industrial aos grandes cetáceos no último século.

Num encontro de ciências oceânicas, promovido pela Sociedade Norte-Americana de Geofísica, a equipa de Pershing comparou as baleias às “árvores do oceano”, devido às quantidades de CO2 acumuladas nos seus grandes corpos. Quantidades que, segundo os investigadores, eram libertadas quando os baleeiros desmanchavam os animais à superfície.

“As baleias, como qualquer outro animal ou planta do planeta, são compostas numa grande percentagem de dióxido de carbono. E quando se mata uma baleia, removendo-a do oceano, está-se a retirar o CO2 do seu sistema de armazenamento e possivelmente a libertá-lo na atmosfera”, disse o principal responsável pelo estudo.

Por outro lado, lembraram os investigadores, no passado era frequente o recurso ao óleo de baleia como combustível para as lamparinas, o que terá também potenciado a libertação de gases de efeito de estufa na atmosfera.

Em circunstâncias normais, defendeu Andrew Pershing, o CO2 contido nos corpos das baleias conserva-se por centenas ou milhares de anos nos oceanos. Estes animais são enormes, são predadores de topo, por isso a menos que sejam capturados, o mais provável é que [após a morte] deixem a sua biomassa no fundo do Oceano”, explicou.

As conclusões deste estudo foram recebidas com alguma cautela. Mesmo por especialistas ligados a organizações defensoras da natureza. Em declarações ao site noticioso russo Ria Novotsku, Vasily Spiridonov, consultor do programa para os Oceanos do World Wildlife Fund (WWF) relativizou o peso da captura de cetáceos nas alterações climáticas.

“É óbvio que a quebra dramática nas populações de baleias alterou significativamente os ecossistemas oceânicos”, admitiu. “No entanto, não creio que a caça à baleia tenha tido impacto significativo nos níveis de dióxido de carbono da atmosfera da Terra.”

Os autores do estudo reconheceram que, por comparação com outras actividades industriais desenvolvidas pelo homem, a caça à baleia teve uma expressão relativamente pequena. Porém, insistiram que o seu impacto não deve ser desvalorizado. Até por se tratar, porventura, de uma das primeiras actividades humanas com estas consequências.

Com várias espécies de baleias à beira da extinção, a Comissão Baleeira Internacional (IWC) introduziu uma moratória à caça, em 1986, de forma a permitir a recuperação das populações destes cetáceos.

Porém, pelos menos nove países são responsáveis por centenas de capturas anuais: as elhas Féroe, a Gronelândia, a Islândia, a Indonésia,a Noruega, o Japão, o Canadá, a Rússia e os Estados Unidos. Em parte destes países a pesca é justificada com tradições de grupos minoritários, enquanto noutros (como o Japão) o pretexto é a pesquisa científica.

via Caça à baleia cria efeito de estufa – Ciência – DN.

McCruelty: Odeio muito tudo isso!

Os frangos mortos para o McDonald’s são abatidos usando um método antiquado que resulta em sofrimento extremo. Como um dos maiores vendedores de carne de frango, esta rede tem a responsabilidade – e a capacidade – de reduzir esse abuso exigindo que seus fornecedores estadunidenses e canadenses utilizem um método de abate menos cruel.

Assista ao vídeo da campanha:

Acompanhe as últimas notícias no hot site McCruelty.

Tradução e adaptação: Tes Saloniki

Fonte: McCruelty