VEGETARIANISMO e COMUNISMO

Nosso colaborador, o Doutor Hemernegildo Boucinhas, volta agora com um texto que expõe uma revolução na sociologia da alimentação humana, quebrando com dogmas impostos pela judeu-maçonaria que controla a mídia e pelos comunistas que estão no poder acabando com a família, a tradição e a propriedade.


Intróito

O presente artigo foi-me solicitado pela equipa do Granada de bolso para explanar determinadas opiniões minhas no tocante a hábitos alimentares modernos. É patente que a juventude tem alimentado-se mal: restaurantes de comida rápida, lanches anódinos; lixo ad libitum. Tal situação não pode prosseguir. Não bastassem os problemas magníssimos que temos a enfrentar, na trincheira em defesa da boa alimentação, novos problemas fazem-nos ferrenha oposição.
O novo flagelo alimentar que começa, com seu arrebol, a avermelhar os horizontes do cidadão de bem é a praga do vegetarianismo. E afinal, no que consiste o vegetarianismo, termo que faz oscilar rapidamente as bases da família? Consiste basicamente em ter por base da dieta somente alimentos de origem vegetal, banindo do cardápio todo tipo de carne, embora algumas ramificações mais obscuras da doutrina aceitem o consumo de carne de peixe. Outras ainda, de linha fundamentalista, vetam qualquer substância de origem animal.
As vitaminas da carne são insubstituíveis. Há mais de cem mil anos o gênero humano faz consumo dessa fonte de proteínas, glicídios, protídios, cálcio, fósforo e vitamina A (1). A interrupção da ingestão de carne pode trazer a carência de determinadas vitaminas essenciais ao bom funcionamento do organismo, a ausência das dezenas de vitaminas providas ao corpo pela carne pode ocasionar: queda de cabelos, queda de dentes, sangramentos generalizados, disfunções gastro-intestinais, sudorese paricularmente abundante e fétida, perebas de diversas magnitudes, seborréia, pediculose, frieiras, verminoses e toda sorte de moléstias. Mas todo rol de malefícios é pouco se comparado ao pior deles: a ausência de uma determinada proteína, aconservatorona que, em ação com a reaciolina, age no hipotálamo no que concerne ao raciocínio concreto. Na falta da conservatorona, o indivíduo fica propenso a alucinações tanto visuais quanto olfativas, tácteis e sensoriais; pode a começar a acreditar em utopias absurdas como o socialismo, atentar contra a propriedade privada, querer subverter o status quo de uma realidade mais justa, mas que somente existe na sua mente doente, carente de conservatorona, pois mais justo que o estado de direito que mantém a propriedade privada e a democracia indireta, não há.
Um dossiê preparado pela minha equipe em idos da augusta década de 1970, quando os governantes realmente preocupavam-se com a saúde do povo, uma equipa mista de técnicos do Ministério da Saúde junto com agentes do egrégio DOI-CODI, constatou que grande parte dos aprisionados por declamar loucuras ou agirem em nome delas, era vegetariano; o vegetarianismo induz, irremediavelmente à subversão. A mesma equipa descobriu, com base num dossiê secreto vazado pelos órgãos de controle da antiga República Democrática Alemã de que os cidadãos submetidos à uma dieta sem carne, somente com a ingestão de alimentação de origem animal influenciava na opinião popular. Quem se alimentava com carne majoritariamente tinha opiniões reticentes – porém reservadas, o que prova a influência da carne no desenvolvimento da faculdade do bom senso – enquanto a população tratada a base de vegetais era cega defensora do regime. Durante os tempos em que Estaline mandava e desmandava por detrás da Cortina de Ferro, rebanhos bovinos, ovinos e suínos foram dizimados pelos comunistas. A queda dos regimes comunistas somente deu-se pelo tráfico de bifes através das fronteiras do bloco: a carne fresca entrava por Berlim Oriental, em túneis escavados sob o muro exatamente para esse fim e por Gorica, fronteira entre a Itália e o nefasto feudo titino. Apesar da queda do Grande Satã Vermelho, os comunistas continuam agindo subrepticiamente.
A estratégia de P’yongyang e Pequim é tão eficaz que a mídia nacional foi perpassada pela maligna idéia de que a carne vermelha é prejudicial, fazendo com que suas perniciosas intenções usem-se dos tentáculos do Estado para chegar à população. É notória a infiltração comunista no Governo Federal, tendo como principal comunista um hirsuto senhor, baixinho e atarracado, aparentemente inofensivo, mas que é a chave principal do ataque comunista contra a carne: criando escândalos todo mês, envolvendo muitos homens de bem e aproveitando para descartar que não serve à nova intentona comunista, Lula desvia a atenção da mídia que se volta a tais mesquinharias, enquanto a maquinação contra a carne corre solta, com carta branca de Brasília.
A maquinação penetrou na mídia, toda controlada por comunistas da guerrilha do Araguaia que deram plena passagem ao plano. Depois do alastramento do vegetarianismo, Lula implantará um regime de partido único, dará um golpe-de-estado, suspenderá as eleições e confiscará as fazendas de gado, matando o gado e dando as terras para certos vândalos, ditos sem-terra, que têm a desfaçatez de dizer-se movimento social. Movimentos sociais não devem atentar contra a sagrada propriedade privada, assegurada pela lei e abençoada por Deus; movimento social é a Liga das Senhoras Católicas ou a União Democrática Ruralista, principalmente essa última, que é tributária de grande admiração minha.
Mas voltemos aos danos imediatos, ou seja, a ausência da conservatorona. Em primeiro plano, a rejeição da carne pelo indivíduo é uma patologia e deve ser tratada como tal; claro que, se seu hipotálamo estiver já comprometido, ele dirá que se trata de uma opção, que ele não suporta carne ou que ele não suporta ver que animais são mortos para saciar a vontade imunda de carne do ser humano. Lastimável.
Nesses casos, o elemento resistente à carne deverá ser amarrado e a carne deverá ser ministrada batida no liquidificador com banha de porco e ministrada por um funil posto na boca do doente. Caso o paciente venha a devolver o conteúdo, diagnostica-se então a presença de uma sensibilidade gástrica desenvolvida pela ausência prolongada dos sucos da carne no estômago. Também esse problema advindo requer um tratamento específico. Primeiro o paciente é devidamente espancado com um porrete composto de madeira e pedaços de pneumáticos – porque sensibilidade é frescura e, da frescura, é um passo à pederastia, outro mal que ataca a base da sociedade moderna provocado pelos comunistas. Depois de o paciente ter tido os ossos devidamente amaciados pelo porrete, deve ser-lhe administrado meio litro de aguardente e mais meio litro de caldo de carne. A posologia deve ser repetida a cada quatro horas até que o estômago segure o que é ingerido. O estômago não mais pondo para fora o caldo e a aguardente durante quatro dias, o paciente pode começar a receber carne picada e cozida em doses pequenas, no máximo 300 g por vez. Esse é já o começo da reabilitação do ex-vegetariano para uma vida decente junto aos outros seres humanos.
Começa-se a lenta reinserção do elemento na sociedade. Primeiro, evita-se que ele tenha contato com verduras, de qualquer tipo (alface, brócolis, repolho) e de qualquer preparação (cozida, frita, grelhada). É hora de administrar ao doente em recuperação a minha doutrina de preparação psicológica; o vegetarianismo indireto.

O vegetarianismo indireto

O vegetarianismo indireto consiste em algumas premissas simples: os nutrientes das verduras são necessários, mas a quantidade de proteínas inibidoras – inclusive inibidoras da conservatorona – torna-as proibitivas, praticamente uma questão de saúde pública. Então, se os nutrientes são necessários, como trazê-los para o corpo, sem os tantos problemas já enumerados, que acompanham tais nutrientes no caso das verduras? É uma questão complicada, na qual anos vinha eu pensando, durante seções do tribunal, até que, um dia, tive uma iluminação no meio de uma madrugada tornada insone por uma dispepsia. Era simples: o Criador tinha-nos dado o presente de ter “filtros” para as verduras, filtros que retém o bom, os nutrientes vitais e exclui tudo aquilo que é despiciendo. De qual “filtro” falo-vos, leitores desesperados e afligidos pelo comunismo que incessantemente lanha a sua porta de madrugada? De qual? O modelo mais sublime, mais perfeito, à altura das mais magnânimas criações divinas que Ele pôs sobre esse mundo infame: um bovídeo.
O bovídeo, filtro divino, é o agente que nos permite desfrutar das benesses protéicas das verduras sem ficarmos sujeitos ao bolchevismo vegetal: o bovídeo é a marca de Deus sobre a Terra. O sistema de filtragem assim funciona: o boi alimenta-se de matéria vegetal, o popular mato, tão presente nos pastos. O mato é a forma mais elementar das proteínas vegetais. Os outros vegetais falsamente considerados mais aptos para o consumo humano, ou seja, repolhos, couves-flores, agriões, escarolas, catalônias e tantas outras, têm mais gosto frente ao ingênuo paladar de alguns indivíduos justamente por causa pérfidas matérias que inclinam ao comunismo. O mato seria o único vegetal recomendável para o consumo in natura, mas seu gosto é absolutamente insuportável. Por isso, para nos poupar de tal disparate, o boi deglute o mato; no primeiro ponto, o mato é mastigado à exaustão pelas poderosas mandíbulas do boi; na sua saliva já existem enzimas que neutralizam a ação pérfida de proteínas vermelhas. Bem mastigado, o bolo de mato desce até o primeiro estômago do boi, esse fantástico animal que é provido de dois estômagos. No primeiro estômago, dito rúmen, a massa vegetal mastigada sofre a ação de mais outras enzimas, que ainda mais enfraquecem as proteínas perniciosas envolvidas no processo de bolchevização endêmica. Mas vejam como é a Providência Divina, como é a Mão Certa que escreveu a Natureza e comanda-a: esse primeiro estômago não dá saída para um intestino. Devidamente meio salutar, a massa vegetal volta à boca do ruminante para uma nova sessão de maceramento para então seguir ao segundo estômago, onde, finalmente começa a filtragem-digestão do vegetal. No estômago, poderosas enzimas dão cabo das terríveis proteínas que terminam por ter suas cadeias quebradas e então, ficam inofensivas – coisa que o fraco e simples estômago humano jamais faria. Ainda semi-misturadas, todas as substâncias seguem para metros e mais metros de intestino bovino. Ali, as substâncias salutares sairão, cairão na corrente sangüínea e irão formar as fibras musculares dos bois: seus quartos, suas alcatras, suas maminhas, suas pontas-de-agulha, reservatórios naturais dos melhores sumos alimentares que possam existir, fazendo do boi o animal majestoso como o conhecemos. O resto, as substâncias oriundas das ações das enzimas, forma o que conhecemos como estrume e os bois as soltam em grande quantidade, pastosas e, que depois de secas, formam grandes discos. Afirma-se que nos países comunistas, o estrume do gado é misturado à merenda das escolas, para que as proteínas sejam administradas às crianças num processo que é mais barato do que as fazer com que comam verduras. Um indivíduo que abdica da carne – e portanto, renega a divindade inerente a essa – acaba por ingerir toda aquela sorte de impurezas nefastas e contraria a lógica do mundo, assim como ela foi desenhada pelo Criador.
Além de todas essas vantagens do “filtro”, há o quesito da economia. Para poder ingerir a mesmas quantidades de proteínas sãs que contem um pequeno bife, um vegetariano tem de comer quase 2,5 quilogramas de verduras variadas, isso porque o boi retém no seu corpanzil somente o que interessa. Além de ter de comer uma quantidade obscena de verduras, o vegetariano ingerirá toda aquela massa de proteínas más além de o excesso de clorofila poder causar imediatamente uma série de perturbações de ordem intestinal, no concernente a uma flatulência incontrolável.
Por isso é que o cidadão de bem deve evitar que o vegetarianismo atinja sua família; é uma questão de segurança e saúde públicas.
Atitudes profiláticas são sempre necessárias. Por exemplo: sempre leve suas crianças a churrascarias rodízio; faça porcadas com os amigos, bezerro no rolete, bolinho de miolos, baby-beef uterino.

Epílogo

Espero que as minhas informações acerca do consumo de carne tenha sido úteis a você, meu leitor, homem de bem, que quer defender sua família dessas ameaças. É com pequenas atitudes como essas que faremos do Brasil um país melhor para nosso filhos e netos, sem vegetarianos, sem comunistas, sem pedintes e sem miseráveis que atrapalham o nosso acesso ao mundo civilizado.

(1) essa minha seqüência de enumerar as benesses da carne dadas a nós pelo Criador foi usurpada por pederásticas massinhas lácteas que costumam chamá-las iogurtes; foi usada no reclame de televisão de uma dessas infâmias lácteas para doutrinar as criancinhas no comunismo.

Hermenegildo Boucinhas é juiz aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, tendo sido seu membro entre 1968 e 1992, data da sua aposentadoria compulsória. Mantém, com alguns amigos, a Paco Franco’s Jazz Band que se tornou popular entre determinadíssimos nichos da população com versões jazzísticas de Cara al sol, Giovinezza e Eu te amo, meu Brasil.

Granada de Bolso


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7 responses to this post.

  1. Posted by dario d santos on Junho 30, 2015 at 23:01

    caraca,quanta bobagem,essa pessoa e alienada…,sou vegetariano a 35 anos,pratico corrida de rua,ciclismo e musculaçao.,tenho 52 anos.e nunca me senti tao bem

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  2. Posted by Ademir on Dezembro 2, 2013 at 12:09

    Vegetarianos não passam de tolos panteístas!

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  3. Posted by carla on Abril 7, 2013 at 18:20

    Gente, acho que a intenção do texto é ironizar mesmo…

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  4. Posted by TheZionSun on Dezembro 1, 2012 at 12:34

    AHAHAHAH!! desculpem-me mas não consegui acabar de ler, nunca vi tanta ignorância junta!! AHAHAH conheço tanta gente vegetariana, alguns já há um tempo, que não são nem NUNCA foram apologistas do socialismo, comunismo, nem, em ultima instância, do anarquismo… enfim… cada um pensa por si e à sua maneira, agora não sei quem é que vai acreditar nesta “loucura”…xD

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  5. Posted by RADHA on Abril 16, 2012 at 02:38

    ESTE ARTIGO JAMAIS DEVERIA ESTAR POSTADO EM UM SITE VEGETARIANO PORQUE PODE ESITIMULAR MAIS AINDA OUTROS SERES QUE AINDA ESTAO NAS TREVAS ASSIM COMO ELE.SINTO VONTADE ATE DE VOMITAR AO LER TANTA IGNORANCIA!

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  6. Posted by lucia moreira on Fevereiro 12, 2012 at 21:49

    mas e o elefante k praticamente come so folhas ;e da leite para seus filhotes.tem tromba de marfin,tem ossos grosso e fortes,me desculpe mas ñ concordo tenho certeza k ñ precisamos de carne, eu parei de ingerir carne a 30 anos, e ate agora ñ morri;e sou vegana pelos animais por mim nunca deveriamos matar,agora se eu tivesse um matadouro pensaria no assunto kkkkkkkkkk

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