VANTAGENS EM SE TORNAR UM VEGETARIANO

Do ponto de vista da Saúde, Economia e Ética, comer carne é pernicioso para a Sociedade.Embora a carne certamente seja uma fonte de proteína concentrada, é uma fonte muito pobre de outros elementos nutritivos como minerais, vitaminas e carboidratos. Além disso, comer carne da vaca ou outros animais é prejudicial à saúde dos seres humanos por muitas razões. As seguintes considerações sérias foram documentadas:

1. A flora bacteriana intestinal no intestino delgado mudará de fermentativa para putrefaciente, assim fazendo com que venenos sejam absorvidos na corrente sanguinea. Estas toxinas precisam ser eliminadas, consequentemente energia de outras funções corpóreas essenciais é desviada para tanto, inclusive da função de pensar.

2. A síntese natural da vitamina B-12 será inibida, possivelmente levando a anemia.

3. Toxinas animais tendem a desbaratar o devido metabolismo dos carboidratos. Isto pode causar diabete.

4. Substâncias não-nutritivas resultantes da digestão de carne animal tendem a ser irritantes carcinogênicos. A necessidade mínima diária de proteína, que peritos nutricionistas calculam ser entre setenta e noventa gramas, é facilmente preenchida com produtos lácteos e alimentos do reino vegetal. Encontramos proteína em ampla quantidade no leite, queijo, iogurte, trigo integral, milho, muitas variedades de nozes e feijões, e alguns vegetais. Assim, vegetais, frutas, grãos e produtos lácteos constituem uma dieta perfeitamente balanceada. Consumir carne animal, por outro lado, resulta em proteína excessiva, que produz males do fígado, pressão sanguínea alta e endurecimento das artérias.Além disso, carne animal contém muitos elementos tóxicos, tais como:

1. Dejetos da corrente sanguínea do animal morto, germes, e drogas injetadas para compensar doenças animais.

2. Toxinas do medo, despejadas na corrente sanguínea do animal no momento do abate.

3. Bactérias da decomposição putrefaciente, que começam a medrar assim que o animal morre. Porque carne é um excelente isolante, nem todas estas bactérias são mortas por cozinhar.

Devido a alimentação forçada, engaiolamento, e outras práticas antinaturais, animais criados para o abate sofrem de dúzias de doenças, tais como febre aftosa, febres, condições catarrentas, câncer, tuberculose e mastite. Além disso, as aves freqüentemente vem impregnadas de estrogênios, que por sua vez podem causar câncer. Imediatamente depois que um animal é abatido, dá-se o rigor mortis e o processo de decomposição toma conta. Assim, comer carne sempre envolve consumo de carne decomposta junto com seus perigos inerentes para a saúde. A implementação de proteção animal a nível internacional seria um grande passo para a frente, no sentido de resolver a crise alimentar mundial.

Além de tudo acima, deve-se notar os seguintes ítens:

1. Abater animais causa sofrimento extremo. Animais são criaturas sensíveis com sentimentos como os seres humanos. As vacas especialmente, conseguem sentir que irão ser abatidas e vivem em constante medo.

2. Não temos nenhum direito de acabar artificialmente com a vida de qualquer criatura, especialmente da vaca, que aleita nossa progênie e toda sociedade humana com seu leite.

3. Matar animais gera profunda insensibilidade para com todos seres, sadismo e irreverência geral. Pitágoras ensinava: “Aqueles que matam animais para comer serão mais propensos que os vegetarianos a torturarem e matarem seus companheiros humanos.”


O Verdadeiro Custo do Bife

 Sofrimento Animal
O gado é exposto a duras condições, manejo bruto, e freqüentemente franco abuso e crueldade no decorrer de suas curtas vidas.

– O gado rotineiramente é castrado, seus chifres arrancados, e marcado a ferro quente sem anestesia. Estes procedimentos são realizados somente para benefício econômico e conveniência dos produtores de carne.

– O gado aguenta condições climáticas extremas, desde tempestades até secas ao pastar a céu aberto. Muitos animais sofrem e morrem de frio, sede, fome, doenças intratadas, predadores, e envenenamento por plantas tóxicas.

– Após diversos meses no campo, o gado é transportado para locais de engorda onde são engordados com grãos.

Num típico local de engorda, dezenas de milhares de animais são apinhados em áreas lamacentas, infestadas de moscas, e cheias de estrume, onde o “stress” os torna suscetíveis ao stress de viagem com febre e outras dolorosas doenças debilitantes.

– Porque o gado fisiologicamente não se adapta a comer grandes quantidades de grãos, a mudança abrupta na dieta de grama para grãos causa dolorosos problemas digestivos.

– Defender-se das moscas pode fazer com que o gado perca meia libra de peso por dia, assim os produtores de carne pulverizam regularmente o gado da engorda com inseticidas altamente tóxicos.

– Para aumentar o ganho de peso e reduzir os custos, algumas engordas começaram a experimentar adicionando papelão, jornais, serragem e mesmo pó de cimento à ração. Outros adicionam estrume de aves e suínos ou esgoto industrial e óleos.

– Quando o gado da engorda chega a 1.100 libras, são transportados por caminhão até os matadouros. Animais transportados freqüentemente são manejados com brutalidade, levam choques elétricos de aguilhões, são batidos, chutados e arrastados. Podem ser privados de alimento e água, e sofrer extremos climáticos por longos períodos. Caminhões para gado freqüentemente vão super-lotados, o que resulta em quedas, pisoteamento, e sofrimentos por lesões durante o transporte.

– Aqueles animais que sofrem quebra de pernas, pelve, pescoço, ou costas e que de outro modo não podem mais locomover-se para fora dos caminhões, não tem eutanásia humana. Em vez disso, eles rotineiramente são acorrentados pelo pescoço ou perna e arrastados para fora dos caminhões até o piso do matadouro, onde, muitas vezes agonizando de dor, chegam a esperar horas para ser abatidos.

– Animais que estão doentes demais para serem abatidos não recebem eutanasia. Em vez disso, podem ser jogados na “pilha de mortos” e deixados para morrer de doença, sede, fome ou hipotermia.

– Mesmo hoje em dia, o processo de abate permanece primitivo e violento. Animais entram no abatedouro um a um. Cada um é atordoado por um revólver pneumático e, ao sucumbir de joelhos, prendem uma corrente num casco traseiro, levantando mecanicamente o animal até o alto. Operários com longas facas então cortam a garganta de cada animal, na veia jugular e carótida, deixando o animal para sangrar até a morte pendurado de cabeça para baixo.

– Embora seja requisito do Federal Humane Slaughter Act de 1958 e 1978 (com excessão de abate kosher e outros religiosos) praticar o atordoamento, na verdade, nem sempre é feito com sucesso devido à incompetência, indiferença, ou equipamento deficiente.

– Abate kosher é particularmente cruel porque os animais não são atordoados. Plenamente conscientes e aterrorizados, eles são içados de cabeça para baixo por uma perna para aguardarem o abate.

– Mais que 100.000 cabeças de gado são abatidas a cada 24 horas nos E.U.A..

– O Americano comum come 7 bois de 1.000 libras em toda sua vida.

– Vitelas (bezerros) estão entre os animais de fazenda mais desumanamente tratados. São retirados de suas mães ao nascerem, para passarem sua vida inteira acorrentados pelo pescoço e isolados em estreitos currais de madeira (chamados “boxes”) desenhados para limitar movimentos. Falta de exercício e uma dieta líquida de um substituto do leite, que é deliberadamente deficiente em ferro, atrasam o desenvolvimento dos músculos a fim de criar carne pálida, tenra (“branca”). Bezerros de vitela frequentemente ficam anêmicos, muitas vezes sofrendo de diarréia crônica e fraqueza. Muitos morrem antes do abate.

– Em muitos estados dos EUA, se um produtor de carne tratasse seu cão da maneira que rotineiramente trata seu gado, ele seria preso, processado e multado ou encarcerado, e seu cão seria confiscado.

Fome e Pobreza Global
Produção de carne causa fome e pobreza humana, ao desviar grãos e terras férteis para sustentar gado em vez de pessoas. Nos países em desenvolvimento, a produção de carne perpetua e intensifica a pobreza e injustiça, particularmente se a ração do gado ou aves é produzida para exportação.

– Na Africa, quase uma entre três pessoas está subnutrida. Na América Latina, quase uma entre cada sete pessoas deita-se com fome toda noite. Na Asia e no Pacífico, 27% das pessoas vivem à beira da morte por inanição. No Oriente Próximo, uma em nove está subnutrida.

– Fome crônica e doenças relacionadas afetam mais que 1,3 bilhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde. Nunca dantes na história da humanidade tão grande percentual de nossa espécie – mais que 30% – esteve subnutrido.

– Subnutrição afeta quase 40% de todas crianças nas nações em desenvolvimento e contribui diretamente para uma estimativa de 60% de todas mortes infantis, segundo a U.S. Agency for International Development. Mais de 15 milhões de crianças morrem a cada ano de doenças resultantes de, ou complicadas por, subnutrição.

– Quase a metade da massa de terra do globo é usada como pasto para gado e outras criações. Em pastos muito férteis, 2,5 acres podem sustentar uma vaca por ano. Em pastos de qualidade marginal, é preciso 50 ou mais acres.

– Nos anos 60, com ajuda de empréstimos do Banco Mundial e do Inter American Development Bank, muitos governos da América Central e do Sul começaram a converter milhões de acres de floresta amazônica e terras rurais em pastos para o mercado internacional de carne. Entre 1971 e 1977, mais de US$ 3,5 bilhões em empréstimos e assistência técnica foram para a América Latina para produção de gado.

– Em Costa Rica, interesses pecuaristas desmataram 80% das florestas amazônicas em apenas 20 anos, transformando a metade da terra arável em pastos para o gado. Hoje em dia, apenas 2.000 famílias de fazendeiros poderosos possuem mais da metade da terra produtiva de Costa Rica, com 2 milhões de cabeças de gado pastando, sendo a maior parte da carne exportada para os E.U.A.

– No Brasil, 4,5% dos proprietários de terras possuem 81% das terras de fazendas, enquanto 70% das famílias rurais são “sem terras”. Entre 1966 e 1983, quase 40.000 milhas quadradas de floresta amazônica foram desmatados para desenvolvimento comercial. O governo brasileiro estima que 38% de toda floresta tropical destruída durante este periodo pode ser atribuída ao desenvolvimento pecuarista de grande escala, que beneficia apenas alguns poucos fazendeiros ricos.

– Nos países em desenvolvimento, os pobres não recebem nenhum benefício da criação pecuária. A produção de carne moderna é de investimento intensivo e utiliza pouca mão-de-obra. A usual fazenda pecuarista de floresta tropical emprega uma pessoa por 2.000 cabeças de gado, ou aproximadamente uma pessoa por 12.000 milhas quadradas. Por contraste, a agricultura pode muitas vezes sustentar 100 pessoas por milha quadrada.

– Quando a terra nos países em desenvolvimento é usada para produzir ração para as criações, grande parte para exportação, há menos terra disponível para os lavradores plantarem seu próprio alimento, e assim há menos alimento disponível. Como resultado, os preços dos alimentos básicos sobem, e o impacto é mais sentido pelos pobres. No Brasil, feijão preto, há muito tempo um alimento básico para os pobres, está ficando mais e mais caro, conforme os fazendeiros trocaram para plantio de soja para o mercado internacional de rações, mais lucrativo.

Saúde Prejudicada
Carne contém altos níveis de colesterol e gordura saturada e freqüentemente vem contaminada por substâncias químicas e doenças. A carne pode bem ser um dos alimentos mais malsãos do mercado atualmente.

– Quase 70%, ou 1,5 milhões das 2,1 milhões de mortes nos E.U.A. em 1987, foram por doenças associadas à dieta – particularmente dietas com elevada taxa de gordura saturada e colesterol, segundo o relatório do U.S. Surgeon General.

– Em 1990, o maior estudo jamais feito sobre os efeitos de consumir alimentos de origem animal confirmou os resultados dos estudos anteriores que mostravam elevada correlação entre consumo de carne e a incidência de doença cardíaca e câncer. Os pesquisadores envolvidos monitoraram os hábitos alimentares de 6.500 pessoas vivendo em 25 províncias da China.

– O estudo chinês descobriu que os chineses consomem 20% mais calorias que os americanos, mas que os Americanos são 25% mais gordos. Isso é porque 37% das calorias na dieta americana provém da gordura, ao passo que menos de 15% das calorias da dieta rural chinesa provém da gordura. O estudo também descobriu que 70% da proteína na dieta ocidental vem de fontes animais e 30% de plantas. Na China, apenas 11% vem de produtos animais e 89% de plantas.

– Carne contém a mais alta concentração de herbicidas dentre todos alimentos vendidos na América, segundo o National Research Council (NRC) da National Academy of Sciences. 80% de todos herbicidas usados nos E.U.A. são pulverizados no milho e soja, que são usados primariamente como alimento para o gado. Quando consumidas pelo gado, as substâncias químicas acumulam em seus corpos e são repassadas aos consumidores nos bifes cortadinhos do açougue.

– A carne é a segunda, após os tomates, na lista de alimentos que oferecem maior risco cancerígeno devido a contaminação por pesticidas. Figura como terceira em termos de contaminação por inseticidas entre todos alimentos no mercado hoje em dia. Carne contaminada com inseticidas representa quase 11% do risco total de câncer para o consumidor devido a pesticidas, segundo o NRC.

– Mais de 95% de todo gado de engorda nos E.U.A. estão atualmente recebendo hormônios que promovem crescimento e outros farmacêuticos, cujos resíduos podem estar presentes nos cortes de carne.

– A fim de acelerar o ganho de peso, administradores das “engordas” dão hormônios estimuladores do crescimento e aditivos alimentares. Esteróides anabolisantes, na forma de pequenos implantes liberados a longo prazo, são implantados nas orelhas dos animais. Os hormônios lentamente penetram na corrente sanguínea, aumentando os níveis hormonais de duas a 5 vezes. O gado recebe estradiol, testosterona, e progesterona.

– Em 1988 mais de 15 milhões de libras de antibióticos foram usados como aditivos alimentares para criações nos E.U.A.. As drogas foram usadas para promover o crescimento e combater as doenças que correm à solta, violentas, nos currais e granjas de engorda superlotados, contaminados. Enquanto a indústria pecuarista declara que parou com o uso generalizado de antibióticos na ração do gado, tais antibióticos ainda estão sendo dados às vacas leiteiras, as quais fornecem 15% de toda carne consumida nos E.U.A.. Resíduos de antibióticos muitas vezes aparecem na carne que as pessoas consomem, tornando a população humana cada vez mais vulnerável a variedades mais virulentas de bactérias causadoras de doenças.

– Num relatório de 1985, a National Academy of Sciences anunciou que os atuais procedimentos federais para fiscalização de carne são inadequados para proteger o público das doenças propagadas pela carne, e recomendou passos para melhorar isto, os quais nunca foram adotados. Em vez disso, o U.S. Department of Agriculture (USDA), trabalhando com a indústria embaladora de carne, desenvolveu um novo sistema experimental de inspeção – o “Streamlined Inspection System” (SIS), cuja meta é aumentar a produção em linha de carne em até 40%.

– O SIS virtualmente elimina o papel do fiscal federal de carnes, colocando a responsabilidade pela inspeção das carcaças nos funcionários da firma embaladora. Fiscais federais de carne não inspecionam mais cada carcaça na linha de produção; em vez disso, examinam menos que 1% das carcaças.

– Sob o SIS, milhares de carcaças com pneumonia, sarampo, e outras doenças, peritonite, abcessos, contaminação fecal e por insetos, e cabeças contaminadas (chamadas “Puke Heads” ou cabeças de vômito, porque estão cheias do conteúdo do RUMEN) estão passando pela inspeção a caminho das mesas de jantar pelo país afora.

– Recentes descobertas sugeriram um possível elo entre novas doenças do gado e doenças nos seres humanos. O vírus da leucemia bovina (BLV), um retrovírus transmitido por insetos que causa malignidade no gado e que pode ser encontrado em 20% do gado e 60% dos rebanhos nos E.U.A., é suspeito de ter um elo causal em algumas formas de leucemia humana. Anticorpos do BLV foram encontrados em pacientes humanos de leucemia e o BLV infectou células humanas in vitro.

– O vírus bovino de imunodeficiência (BIV), que descobriram estar generalizado nos rebanhos de gado americano nos anos 80, geneticamente se parece ao vírus do HIV (AIDS) humano e, tal como o vírus do AIDS nos humanos, acredita-se que suprime os sistemas imunológicos do gado, tornando-os suscetíveis a uma grande gama de doenças e infecções. Cientistas infectaram com sucesso células humanas com este BIV, e pelo menos um estudo sugeriu que o BIV “pode ter um papel tanto em vírus malignos bem como lentos, no homem.” Em 1991, o USDA declarou que não sabe ainda “se a exposição às proteínas do BIV causa que o sôro humano… se torne HIV positivo.”

Devastação do Meio-Ambiente
A produção de gado e carne é uma ameaça primária ao meio-ambiente global. É um dos principais contribuintes para o desmatamento, erosão do solo e desertificação, escassez d’água, poluição das águas, esgotamento dos combustíveis fósseis, efeito estufa e perda da biodiversidade.

Desmatamento
– Fazendas de gado são uma causa primária do desmatamento na América Latina. Desde 1960, mais que 1/4 de todas florestas da América Central foram arrasadas para criar pastos para o gado. Quase 70% da terra desmatada no Panamá e Costa Rica agora é pasto.

– Apenas um só hamburguer médio importado da América Latina requer o desmatamento de aproximadamente 6 metros de floresta tropical e a destruição de 165 libras de matéria viva incluindo 20 a 30 diferentes espécies vegetais, 100 espécies de insetos, e dúzias de espécies de aves, mamíferos, e répteis.

Erosão do Solo e Desertificação
– O gado degrada a terra ao tirar a vegetação e compactar a terra. Cada animal que pasta num campo aberto come 900 libras de vegetação a cada mês. Seus poderosos cascos pisoteiam a vegetação e comprimem o solo com um impacto de 24 libras por polegada quadrada.

Escassez d’Água
Produzir uma libra de proteína de carne muitas vezes requer até 16 vezes mais água que produzir uma quantidade equivalente de proteína vegetal.

– Reservas americanas de água doce baixaram muito como resultado do uso excessivo de água para o gado e outras criações. Faltas d’água nos E.U.A., especialmente no oeste, agora chegaram a níveis críticos. A demanda agora excede o reabastecimento em 25%.

– O grande aquífero de Ogallala, uma das maiores reservas de água doce do mundo, já está semi-exaurido no Kansas, Texas, e Novo México. Na Califórnia, onde 42% da água de irrigação é usada para ração ou produção das criações, os níveis freáticos baixaram tanto que em algumas áreas a terra está afundando sob o vácuo. Alguns reservatórios americanos e aquíferos agora estão em seus mais baixos níveis desde a última Era Glacial.

Esgotamento dos Combustíveis Fósseis
– Atualmente é necessário um galão de gasolina para produzir uma libra de carne alimentada com grãos nos E.U.A.. O consumo anual de carne de uma família americana comum com quatro pessoas, requer mais de 260 galões de combustível e libera 2.5 toneladas de CO2 para a atmosfera, o tanto que um carro comum libera num periodo de 6 meses.

Efeito Estufa
– O gado emite metano, outro gás do efeito estufa, via arrotos e flatulência. Cientistas estimam que mais de 500 milhões de toneladas de metano são liberadas a cada ano e que os 1.3 bilhões de gado e outras criações ruminantes do mundo, emitem aproximadamente 60 milhões de toneladas ou 12% do total de todas fontes. Metano é um sério problema porque uma molécula de metano retém 25 vezes mais calor solar que uma molécula de CO2.


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